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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

CABRAL entra com ação SECRETA...Mas para se preocupar com mais de 1000 vidas ceifadas ele não se PREOCUPOU!!!!

Sergio Cabral, não se preocupou com mais de 1000 famílias que foram ceifadas pela sua grande OMISSÃO E NEGLIGÊNCIA, mas  para mover uma ação SECRETA que deu entrada em março de 2008 o mesmo ano em que já sabia que a Região Serrana do Rio corria sérios riscos ele se preocupou.

FIM DA IMPUNIDADE, SERGIO CABRAL ATRÁS DAS GRADES


Cariocas vocês precisam agir!!!

Sergio Cabral é contra a PEC - 300, Militares vocês precisam tomar providências antes que suas famílias morram de FOME, este DESGOVERNADOR não está nem ai para vocês, quanto mais para suas FAMÍLIAS !!!



Antes de mais nada assinem a Petição Pública, 
nossas crianças não merecem 
Apologia do Homossexualismo

QUE FIQUE ESCLARECIDO 
Revoltados ON LINE é contra APOLOGIA AO HOMOSSEXUALISMO
KIT GAY para as crianças NÃO!!!


Após ação SECRETA movida pelo governador Sérgio Cabral (RJ), o Supremo Tribunal irá decidir legalização do aborto e casamento gay




Ao retornar das férias, em fevereiro, os ministros do STF vão se debruçar sobre um lote de processos polêmicos. Nada a ver com o caso Cesare Battisti.
No gozo dos últimos dias de descanso, o decano do Supremo, Celso de Mello, falou à CRTV -uma 'WebTV' que opera em Tatuí (SP), cidade natal do ministro.
A certa altura, Celso de Mello listou os três temas que considera mais espinhosos: união civil entre homossexuais, aborto e cotas universitárias.
Aqui, o pedaço da entrevista em que o ministro discorre sobre a agenda do Supremo para 2011.
Segundo ele, “um dos primeiros casos a ser julgados é o da união civil homossexual, a união civil gay”.
O caso teve origem numa ação movida pelo governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB). Deu entrada no STF em março de 2008.
No texto, Cabral anota que o Código Civil brasileiro reconhece como legítima a união estável entre casais heterossexuais.
Pede ao Supremo que estenda o mesmo regime jurídico aos servidores do Estado que vivem em “união homoafetiva”.
O relator do processo é o ministro Carlos Ayres Britto. Prevê-se que dará razão a Cabral, igualando heterossexuais e homessexuais em direitos.
Chamado a opinar, o Ministério Público manifestou-se em julho de 2009. O parecer leva a assinatura da vice-procuradora-geral Deborah Duprat.
Ela dá razão a Cabral: “A negativa do caráter familiar à união entre parceiros do mesmo sexo representa uma violência simbólica contra os homossexuais...”
Duprat pede que a decisão do STF não se restrinja ao âmbito do Rio. Reivindica que o tribunal dê ao pedido “caráter nacional”.
Pede que os ministros declarem a “obrigatoriedade do reconhecimento, como entidade familiar, da união entre pessoas do mesmo sexo...”
“...Desde que atendidos os mesmos requisitos exigidos para a constituição da união estável entre homem e mulher”.
Por precaução, a Procuradoria da República ajuizou, ela própria, uma ação sobre o mesmo tema.
Apenas para “assegurar que a eventual conclusão de procedência do pedido [de Cabral] assuma foro nacional”.
Vai à pauta também, segundo Celso de Mello, “outro tema talvez mais delicado ainda, que envolve a questão do aborto”.
O processo trata do “problema da antecipação terapêutica do parto”. Celso de Mello esmiuçou:
“Nós vamos dizer se a mulher tem ou não o direito de praticar esta antecipação terapêutica de parto, que nada mais é do que eufemismo para aborto...”
“...Na hipótese de um feto ser portador de anencefalia, vale dizer não ter cérebro ou ter desenvolvimento muito rudimentar do tecido cerebral”.
Neste caso, o relator é o ministro Marco Aurélio de Mello. A autora da ação é a CNTS (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde). Foi ajuizada em 2004.
Celso de Mello incluiu ainda no rol dos processos polêmicos com julgamento previsto para 2011 ações que tratam de cotas universitárias (raciais e sociais).
Há dois processos sobre o tema, ambos submetidos à relatoria do ministro Ricardo Lewandowski.
Num, o DEM questiona a consticucionalidade do sistema de cotas raciais implantado na UnB (Universidade de Brasília).
Noutro, o estudante Giovane Pasqualito Fialho contesta a reserva de vagas para alunos egressos do ensino público na Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Giovane foi ao STF depois de ter sido reprovado num vestibular da universidade gaúcha. Obteve pontuação superior à de candidatos beneficiados pela cota social.
Nessas duas ações, o parecer do Ministério Público opinou a favor das cotas raciais e sociais. Considera que os dois sistemas não afrontam a Constituição.
Em manifestações sobre o caso, Lewandowski esquivou-se de revelar pistas sobre o teor do voto que levará ao plenário.
Disse, porém, que a deicsão que vier a ser tomada pelo Supremo terá de ser observada por todas as universidades brasileiras.
Aqui, um trecho da entrevista em que Celso de Mello responde a uma indagação sobre o caso do terrorista italiano Cesare Battisti.
Vale a pena assistir. O ministro faz um histórico do caso. Conhece-o como poucos. Foi ele quem decretou a prisão de Battisti, há quatro anos.
FONTE: TUDO AGORA


COMENTÁRIO HOLOFOTE NET:
Se o STF julgar procedente a ação de Sérgio Cabral, pedindo o reconhecimento do ‘casamento’ gay, quero ver como agirão as lideranças evangélicas quando deparem-se, por exemplo, com a seguinte situação:
“um ‘casal gay’ chega em uma igreja e diz: -queremos ser membros desta igreja.
Se o pastor  ou Convenção negarem,  estarão confrontando-se com a posição do STF, que é o guardião da Constituição Federal, e por conta disto poderão responder judicialmente.
Se o pastor  ou Convenção aceitá-los como membros, estarão colidindo com a Bíblia.
E aí ?
Com a palavra:
-as lideranças e Convenções evangélicas, de diversas denominações  do Rio, que apoiaram a eleição de Cabral, em 2008, e a sua reeleição em 2010, mesmo cientes de seus intentos.
-a Rede Boas Novas de Televisão que levou Cabral para ser entrevistado, em 2010 (ano eleitoral), em um de seus programas, e sequer abordou o assunto.
-uma rádio FM evangélica do Rio (saiba mais).
Essa mesma gente que apoiou Cabral, embora sabendo de suas intenções e que procurou, ao máximo, esconder isto do povo cristão,  são os mesmos, justamente os mesmos, que gritarão e farão muito barulho, caso o STF julgue procedente as ações.
Esse é o mundo hipócrita em que vivemos, onde, por politicagem, vende-se até a  alma para o Diabo



ASSASSINATO PARA CABRAL É COISA NORMAL


Assinado 
Administração Revoltados ON LINE

2 comentários:

Paulo Ricardo Paúl disse...

Você viuo Sérgio Cabral derramar uma lágrima pelos mortos do Bumba? da Região Serrana?
Mas viu ele chorar pelo dinheiro do petróleo.
Cabral é apenas isso.

Luiz Henrique Araujo disse...

Eu não consegui compreender se vocês estãocontra ou não estes processos, como, especificamente, a união civil dos homossxuais. O problema está no caráter secreto que foi atribuído por Cabral? Realmente não ficou claro pra mim. E quanto ao kit gay para as escolas, há um certo equívoco nisso quanto à apologia. Divulgou-se incial e intencionalmente que o kit era voltado para os estudantes do ensino fundamental, mas não é verdade. O kit é para alunos do Ensino Médio. E realmente não há nada aí que pareça ser apologético. Isso é procupante. Antes de divulgar, alguém teve acesso ao material?