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quinta-feira, 28 de junho de 2012

DESMISTIFICANDO EL MITO CHE, O PORCO ASSASSINO.

Começo este post com um vídeo onde é mostrado um ASSASSINATO feito durante a DITADURA DO REGIME CASTRISTA em Cuba, assista e tire as suas conclusões sobre este iMundo Cerdo, que até hoje, é enaltecido por uma juventude que foi manipulada e cooPTada, por professores esquerdistas que tinham a missão de embutir na cabeça  dos mais jovens, a ideia de que o socialismo é o sistema de governo mais eficaz para o mundo, assim como os "heróis" eram figuras como che, fidel, mao tse, lenin, stalin e todos os GENOCIDAS que dizimaram seus povos, no intuito de estabelecerem seus planos e regime autoritário.

Trecho do documentário "Che: The Other Side of an Icon", da série COVERING CUBA, produzido e dirigido por Agustín Blázquez.

Cornelio Rojas, ex-chefe de polícia da cidade de Santa Clara, Cuba. Assassinado por pelotão de fuzilamento, por ordens de che guevara, em 7 de janeiro de 1959.

Testemunhos de Barbara Rangel Rojas, neta de Cornelio Rojas, e de Blanca Rojas, filha de Cornelio Rojas.

Quem foi che guevara? Assassino de sangue frio. Torturador sádico. Materialista com sede de poder. Terrorista que espalhou destruição e carnificina pela América Latina, e é idolatrado por um bando de abestados até hoje, sendo visto como figura de liberdade e revolução.





"Segundo o Instituto CNT/Sensus, 86% dos estudantes declararam que Che Guevara é 

comentado nas aulas como sendo um herói; já Lênin e Chávez são citados positivamente por 

65% dos professores de ensino fundamental e médio."


Lavagem Cerebral.



Se você tem filhos na escola, pública ou particular, saiba que eles estão sendo doutrinados
através dos livros didáticos de História e Geografia, seguindo diretrizes que agradam ao 
governo. Ocorre, já há anos, um processo de assimilação de falsos conceitos e ideologias, 
como também a satanização de muitos outros, com a conivência do MEC.


O site Escola Sem Partido (que também é uma ONG, das sérias, felizmente), publicou um 
estudo sobre a lavagem cerebral que se desenvolve hoje nas escolas brasileiras com a 
intenção de perpetuar farsas e tornar verdades mentiras históricas.


Após uma análise em 130 livros didáticos de Geografia e História, feita por jornalistas, 
descobriu-se que é nítida a pauta do governo com viés ideológico esquerdista e 
revolucionário nos livros didáticos, através de ideologias e teorias afinadas com o governo 
atual. Eu, pessoalmente, já notei isso há anos e, dias atrás, escrevi um primeiro texto sobre 
esse tema, esse já é o segundo.



Os livros de História e Geografia de hoje, principalmente os recém-chegados, que começam a ser usados a partir desta semana, só como exemplos, silenciam sobre os milhões de mortos produzidos pelas revoluções socialistas, usam relativizações e mentiras para justificar as atrocidades (quando as admitem), e ainda elogiam os resultados econômicos e sociais alcançados pelos regimes socialistas, muito embora dezenas de milhões de pessoas tenham morrido sob esses regimes. Além disso, tratam os temas econômicos com forte visão esquerdista, satanizando o capitalismo (único sistema econômico que gera riqueza), a propriedade privada e a burguesia.

Segundo o Instituto CNT/Sensus, 86% dos estudantes declararam que Che Guevara é comentado nas aulas como sendo um herói; já Lênin e Chávez são citados positivamente por 65% dos professores de ensino fundamental e médio.



Os livros de Geografia, chamada de Geografia Crítica, de José W. Vesentini e Vânia Vlach, 

editora Ática. Há visões erradas e distorcidas, tais como:

-Desenvolvimento e subdesenvolvimento são consequências do comércio internacional;

-A riqueza e bem-estar social dos países desenvolvidos é resultado da exploração dos países 

subdesenvolvidos;

-As más condições de vida nos países subdesenvolvidos deve-se à ''uma minoria 

privilegiada'' que é cúmplice da dependência ao Norte Desenvolvido;

-A solução para a dívida externa é não pagá-la;

-O capitalismo é mau e deixou os pobres mais pobres e ricos mais ricos;

-A produção para exportação gera fome e miséria;

-Cuba é um exemplo de luta contra o Imperialismo;

-A culpa dos nossos problemas é dos países desenvolvidos;

-O regime militar brasileiro matou '' apenas jovens inocentes e cheios de boas intenções'';

-A esquerda é que promove justiça social e só ela; e por aí vai.

Trata-se de um paiol de bobagens, evidentemente, que parece ter sido tirado dos livros de 

Eduardo Galeano e que ainda seduz muitas pessoas que têm preguiça de visitar biblioteca ou 

tem pavor de pesquisar.


E o pior são as consequências que isso causa aos estudantes futuramente. Além de bitolá-

los, os deixam medíocres, porta-vozes de farsas e mentiras, a famosa alienação 

esquerdopata. Um horror! É a cartilha de Gramsci ao pé da letra.


"Não disparem. Sou Che. Valho mais vivo do que morto." Há quarenta anos, no dia 8 de outubro de 1967, essa frase foi gritada por um guerrilheiro maltrapilho e sujo metido em uma grota nos confins da Bolívia. Nunca mais foi lembrada. Seu esquecimento deve-se ao fato de que o pedido de misericórdia, o apelo desesperado pela própria vida e o reconhecimento sem disfarce da derrota não combinam com a aura mitológica criada em torno de tudo o que se refere à vida e à morte de Ernesto Guevara Lynch de la Serna, argentino de Rosário, o Che, que antes, para os companheiros, era apenas "el chancho", o porco, porque não gostava de banho e "tinha cheiro de rim fervido".






ÀS VÉSPERAS DO GOLPEChe em Caballete de Casas, em Cuba, em 1958: exceto na revolução cubana, sua vida foi uma seqüência de fracassos. Como guerrilheiro, foi derrotado no Congo e na Bolívia


Esta é a realidade esquecida. No mito, sempre lembrado, ecoam as palavras ditas ao tenente boliviano Mário Terán, encarregado de sua execução, e que parecia hesitar em apertar o gatilho: "Você vai matar um homem". Essas, sim, servem de corolário perfeito a um guerreiro disposto ao sacrifício em nome de ideais que valem mais que a própria vida. Ambas as frases foram relatadas por várias testemunhas e meticulosamente anotadas pelo capitão Gary Prado Salmón, do Exército boliviano, responsável pela captura de che. Provenientes das mesmas fontes, merecem, portanto, idêntica credibilidade. O esquecimento de uma frase e a perpetuação da outra resumem o sucesso da máquina de propaganda marxista na elaboração de seu maior e até então intocado mito. Che tem um apelo que beira a lenda entre os jovens dos cinco continentes. Como homem de carne e osso, com suas fraquezas, sua maníaca necessidade de matar pessoas, sua crença inabalável na violência política e a busca incessante da morte gloriosa, foi um ser desprezível. "Ele era adepto do totalitarismo até o último pêlo do corpo", escreveu sobre ele o jornalista francês Régis Debray, que por alguns meses conviveu com che na Bolívia.

Por suas convicções ideológicas, che tem seu lugar assegurado na mesma lata de lixo onde a história já arremessou há tempos outros teóricos e práticos do comunismo, como lenin, stalin, trotsky, mao e fidel castro. Entre a captura e a execução de che na Bolívia, passaram-se 24 horas. Nesse período, o governo boliviano e os americanos da CIA que ajudaram na operação decidiram entre si o destino de quervara. Execução sumária? Não para os padrões de che. Centenas de homens que ele fuzilou em Cuba tiveram sua sorte selada em ritos sumários cujas deliberações muitas vezes não passavam de dez minutos.





Três fatos ajudaram a consolidar o mito. O primeiro foi a morte prematura de che, que eternizou sua imagem jovem. Aos 39 anos, ele estava longe de ser um adolescente quando foi abatido, mas a pinta de galã lhe garantia um aspecto juvenil. O fim precoce também o salvou de ser associado à agonia do comunismo. A decadência física e política de fidel castro, desmoralizado pela responsabilidade no isolamento e no atraso econômico que afligem o povo cubano, dá uma idéia do que poderia ter acontecido com che, que era apenas dois anos mais jovem que o ditador.




O PORCO "CHE" ACABARA DE ASSASSINAR UM CUBANO QUE ERA CONTRA O REGIME TOTALITÁRIO COMUNISTA, MARXISTA LENISTA EM CUBA.

ALÉM DE SER ASSASSINO, ERA ESTUPRADOR E COMETIA OS MAIS BÁRBAROS CRIMES, AMARRAVA O PAI DE FAMÍLIA EM UMA CADEIRA E SE APROVEITAVA DA FAMÍLIA TODA NA FRENTE DO PAI, DEPOIS MATAVA OS MEMBROS DA FAMÍLIA E POR ÚLTIMO O DESGRAÇADO E TORTURADO, PAI.

É ESTA BELA BOSTA QUE VENERAM OS JOVENS DE HOJE, VESTEM CAMISAS, BIKINIS, BOTTONS, TOALHAS, BANDEIRAS DE TIMES DE FUTEBOL, COM A CARA DESTE HONORÁVEL TERRORÍSTA, IDOLATRADO PELO FASCISMO QUE É FASCINANTE E DEIXA GENTE IGNORANTE FASCINADA.



A FRASE MAIS FAMOSA ATRIBUÍDA A GUEVARA É...

"Há que endurecer-se, mas sem jamais perder a ternura."

OUTRAS MENOS CONHECIDAS REVELAM SUA REAL PERSONALIDADE:

"Estou na selva cubana, vivo e sedento de sangue."
Carta à esposa, Hilda Gadea, em janeiro de 1957 



"O ódio intransigente ao inimigo (...) converte (o combatente) em uma efetiva, seletiva e fria máquina de matar. Nossos soldados têm de ser assim." Revista cubana Tricontinental, em maio de 1967


CUBA
Apesar de tentar exportar sua revolução, a ilha tornou-se a vitrine de seu fracasso. Sem liberdade política nem econômica, o país é um museu de prédios, carros e dirigentes decrépitos, onde comida, combustíveis e energia são racionados.






O ÚLTIMO DIA DO GUERRILHEIRO
Maltrapilho e sujo, quervara posa com os soldados que o capturaram na vila de La Higuera, onde seria morto. A seu lado, assinalado, está o agente da CIA Felix Rodríguez. À direita, Felix hoje, em Miami.






No dia de sua morte, amarrado ao esqui de um helicóptero militar, che quervara foi levado do local da execução para um vilarejo chamado Vallegrande. A brasileira Helle Alves, repórter, e o fotógrafo Antonio Moura, então trabalhando para o Diário da Noite, de São Paulo, viram a chegada do corpo, que foi levado para a lavanderia do hospital local (acima). Ali, Moura foi o único jornalista a fotografar o corpo de quervara ainda sujo, vestido de trapos e calçado com o que sobrou de uma botina artesanal de couro (abaixo). Moura conseguiu fotografar o corpo antes da limpeza e da arrumação. "che usava um calço em um dos calcanhares, provavelmente para corrigir uma diferença de tamanho entre uma perna e outra", lembra Helle. Ela contou pelo menos dez marcas de tiro no corpo do argentino. "Os moradores tinham raiva dele e invadiram a lavanderia, mas, quando viram o corpo, passaram a dizer que ele parecia Jesus Cristo." Começara o mito.





Assista o documentário que desmistifica a imagem deste porco iMundo e compartilhe este artigo para os seus amigos, assim estaremos colocando uma pedra sobre o mito de um bandido frio, assassino e cruel chamado: ernesto che quervara.





"Quem desconhece a história é apenas um IGNORANTE, mas aquele que a conhece e diz que é MENTIRA, este é um CRIMINOSO" (Bertold Brecht)

Por: Bruno Toscano

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