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segunda-feira, 18 de junho de 2012

JUÍZ QUE NÃO LAVOU ÀS MÃOS NA CACHOEIRA, E O MANDOU PARA A CADEIA SENTA EM OUTRA VARA.

No país onde a DEMOCRACIA foi ULTRAJADA e virou apenas uma versão "DEMO" de uma "DITA" DEMOKRÀZIA, que nos foi SEQUESTRADA, AMPUTADA E CONDICIONADA... Nós não poderíamos esperar outra coisa a não ser, mais esta demonstração CLARA de que o CERTO é fazer o ERRADO, e quem faz o certo acaba sentando na VARA literalmente.




O juiz federal que ordenou a deflagração da Operação Monte Carlo, Paulo Augusto Moreira Lima, não é mais o responsável pela 11ª Vara da Seção Judiciária de Goiás, onde corre o processo.


Por ordem do desembargador Mário César Ribeiro, presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região, sediado em Brasília, o magistrado Moreira Lima passará a dar expediente, nesta segunda-feira (18), em outra freguesia, a 12ª Vara da mesma Seção Judiciária de Goiás. Vai substituir o colega de VARA, Társis Augusto de Santa Lima.


SEM FAZER ALARDE foi assinado, na última quinta-feira (14). Anota que Moreira Lima vai à 12ª Vara, “com prejuízo de suas funções na 11ª Vara”, onde vinha atuando como juiz substituto. Significa dizer que as ações que presidia até então, entre elas a Monte Carlo, já não lhe dizem respeito.


A mudança no comando do processo ocorre em momento delicado. Na última terça-feira (12), dois dias antes da assinatura do ato de transferência do juiz Moreira Lima, iniciou-se na 3ª turma do TRF-1 um julgamento que pode levar à anulação dos grampos telefônicos colecionados pela Polícia Federal na Operação Monte Carlo, o caso envolve, além de Cachoeira, uma quadrilha de 80 pessoas. Entre elas seis delegados e dois agentes da polícia civil goiana, dois delegados e um servidor da própria Polícia Federal, 30 policiais militares e um servidor da Polícia Rodoviária Federal.


Como se fosse pouco, os últimos oito réus da Monte Carlo que continuavam presos estão deixando, um após o outro, a cadeia. O próprio Cachoeira obteve na sexta-feira (15) uma liminar ordenando sua libertação. Expediu-a o mesmo desembargador Fernando da Costa Tourinho Neto , sempre ele.




Nas brechas das leis
Discute-se um habeas corpus ajuizado por Márcio Thomaz Bastos e sua equipe, defensores de Cachoeira. Alega-se na petição que a investigação estaria viciada por ter nascido de uma denúncia anônima. O relator do caso, desembargador Tourinho Neto deu razão à defesa de Cachoeira.

No seu voto, Tourinho Neto anotou que o sigilo das comunicações telefônicas é assegurado pela Constituição. Só pode ser quebrado em casos excepcionais. Para o desembargador, o juiz Moreira Lima autorizou as escutas sem fundamentar adequadamente a decisão. Assim, as provas seriam ilegais e devem ser anuladas.


Jogando o processo no LIXO
Integram a 3ª turma do TRF-1 três desembargadores, Tourinho Neto e outros dois. Um deles, Cândido Ribeiro, pediu vista dos autos, adiando a decisão. O julgamento deve ser retomado nesta semana. Basta que um dos desembargadores siga o voto do relator para que todas as escutas da Monte Carlo sejam enviadas ao lixo.



É amigos, onde tem Tourinho e dinheiro juntos, não se assuste se merda de boi começar a andar, pois nos EUA existe um ditado que diz: When Money Talk´s, Bullshit Walk´s...
Resumindo os fatos, com a saída do juiz que sentou na outra VARA, o processo foi parar na geladeira ou poderá ser cancelado, este é o país que vai pra frente... Do bloco, do futebol, da pizzaria e da putaria... Está é mais uma prova de que o crime compensa no país das Maravilhas, com um povo de bananas que vive alheio à vida política...


Nos subterrâneos, o que se diz é que o próprio magistrado "pediu" para trocar de ares...




Por: Bruno Toscano

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