Siga Marcello Reis no FOICEbook

sábado, 28 de julho de 2012

O FIO DA MEADA IV. SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA


FIO DA MEADA IV
“SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA”


O município também é conhecido como "Cabeça do Cachorro", por seu território ter forma semelhante à da cabeça desse animal.

Conforme informações do Departamento Nacional da Produção Mineral “DNPM”, o NIÓBIO é produzido em Catalão - Goiás, por mineradora de propriedade da empresa “Anglo American” e, em maior volume, pela “CBMM - Companhia Brasileira Metalúrgica e Mineradora” em Araxá-MG. Essa empresa, apesar de constar como sendo do Grupo Moreira Salles (Unibanco), na realidade é controlada pela “Ocidental Petroleum”, através da “UNION OLEUM” e a Molycorp.


Com as reservas do CARBONATITO DOS SEIS LAGOS em São Gabriel da Cachoeira - Amazonas, não contabilizadas no “site” do “DNPM”, o Brasil detém 98% (noventa e oito por cento) das reservas mundiais do NIÓBIO, mineral altamente estratégico, imprescindível para a indústria aeroespacial, ótica, bélica, além de ser supercondutor de eletricidade. No próximo século, o Nióbio será fundamental na produção de energia limpa. A UNICAMP pesquisa a matéria.

Há denúncias, que países do primeiro mundo estariam formando estoques estratégicos de vários tipos de Nióbio, levado como lastro de navios, sem pagamento de divisas (fraude à exportação), através do Porto de Tubarão.

Além do desperdício da vantagem estratégica, porque só o Brasil possui o minério, em volume suficiente para garantia e garantir o abastecimento, há o prejuízo econômico elevado, em razão do alto preço alcançado pelos diversos tipos de NIÓBIO:

- FERRO NIÓBIO US$ 13.000 a TON.
- ÓXIDO DE NIÓBIO GRAU ÓTICO US$ 15.000 a TON.
- NIÓBIO METÁLICO US$ 42.000 a TON.

Obs: As cotações são aproximadas e constituem Fraude à Exportação, porque a mineradora exporta para suas filiais em cinco continentes por preços subfaturados, causando prejuízo de bilhões de dólares ao Brasil.


Contrariando a realidade acima indicada, que não é segredo, muito embora a informação seja sonegada por órgãos do próprio Governo (Secretaria de Comércio Exterior), o Jornal “Folha de São Paulo” “informou”, conforme noticiário abaixo compilado, que a CPRM venderia, por “concorrência”, a Mina de Nióbio do Parque Nacional do Pico da Neblina, por irrisórios R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais):







30/9/97 “Maior reserva do mundo tem preço baixo devido à superoferta e à localização de difícil acesso”.

“JAZIDA DE NIÓBIO SERÁ VENDIDA POR R$ 600.000,00 (SEISCENTOS MIL REAIS)”

A notícia é contraditória porque o Nióbio mundial está no Brasil, que “oficialmente” (DNPM) só produz US$ 13.000.000 (treze milhões de dólares) por ano, enquanto o consumo mundial é de aproximadamente 80.000 ton. anuais, portanto, não há pressão de oferta, mas de demanda, principalmente para a formação de estoques estratégicos.

A revista “Carta Capital” em edição do dia 19 de março de 1997, às fls. 71, informa, que o Patrimônio Mineral da Amazônia em NIÓBIO é US$ 1.067.519.000.000 UM TRILHÃO DE DÓLARES

FONTE: CPRM

Ora, por que o açodamento em vender um trilhão de dólares por R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais)?

O “Jornal do Brasil” do dia 02 de setembro de 1997, fls. 18, já havia noticiado a negociata, mas a matéria não atentou para o Golpe contra a soberania nacional.



Da “concorrência” participarão:
- CBMM
- MINARCO BRASIL
- SR PARTICIPAÇÕES
- RTZ - RIO TINTO ZINC
- GEOS
- CIA INDUSTRIAL FLUMINENSE









É estranho, que essa “concorrência” tenha sido publicada depois que circularam, em todo o país, denúncias de contrabando de NIÓBIO, em grande escala e de fraude às exportações do minério.

Se as mineradoras multinacionais ou seus “testas de ferro” se estabelecerem no Parque Nacional do Pico da Neblina, a soberania estará seriamente comprometida, de nada valendo o chamado “PROJETO CALHA NORTE”.




São Paulo, 02 de outubro de 1997.
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente

OBS.: Em razão da denúncia acima, o “leilão” da Reserva de NIÓBIO marcado para o dia 10 de outubro de 1997, foi suspenso no dia 08 de outubro.
Todavia, as Fraudes às exportações de minérios estratégicos continua impávida, com a proteção do Governo Federal.
Projeções modestas estimam, que o Brasil perde, diariamente, cerca de 500 milhões de dólares, em fraudes de exportações de diversos minérios. O PIB MINERAL brasileiro real seria próximo aos 30% (trinta por cento) do PIB total.

É por isso que a Nação Brasileira é mantida artificialmente na miséria!



São Paulo, 12 de outubro de 2005.
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente



ADENDO: Só as jazidas de Nióbio existentes no Brasil, lastreariam a nossa economia e nós teríamos não só, a moeda mais forte do mundo, como sairíamos desta miséria imposta por estes impostores e traidores da pátria, que em um passado recente, pegaram em armas para assaltar bancos e justificar a entrada de dinheiro estrangeiro durante a INTENTONA COMUNISTA de 60, explodiram bombas em embaixadas e aeroporto matando, mutilando e ferindo civis, para demonstrar a sua força contra os militares que tinham o dever de livrar o Brasil das mãos destes comunistas que estão no poder, graças a falta de cultura deste povo que foi aprisionado em GULAG´s mentais, por professores esquerdistas que logo após a queda da quadrilha, tratou de colocar em vigor o plano B, que era o da cartilha da esquerda escrita por Antonio Gramsci que dizia: "Não combata os tanques e nem atire nos soldados, corrompa as mentes".

O Brasil está deixando de ser um santuário e celeiro do mundo que está em crise, logo sofreremos uma intervenção estrangeira, caso continuemos a negociar o que é nosso por direito, com estes donos do mundo e os traidores da pátria, o inimigo não está além das nossas fronteiras, o inimigo está sentado no lugar mais importante do Brasil, atacando a nossa soberania por todos os flancos, enfraquecendo a nossa esperança e aniquilando a credibilidade de nossas instituições.

ACORDA BRASIL, VAMOS TIRAR ESTÁ CORDA DO PESCOÇO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS...

O FIO DA MEADA III “O CONTROLE ESTRANGEIRO DO ESPAÇO AÉREO NACIONAL”

O FIO DA MEADA III
“CONTROLE ESTRANGEIRO DO ESPAÇO AÉREO NACIONAL”



O FIO DA MEADA III
“O CONTROLE ESTRANGEIRO DO ESPAÇO AÉREO NACIONAL”

O projeto “SIVAM” será implantado pela empresa americana “RAYTHEON”, por imposição do Governo Americano, em detrimento da empresa francesa “Tompson”, que oferecia condições mais adequadas.
A “RAYTHEON” adquiriu a tecnologia do projeto, (que não possuía à época da concorrência), da empresa americana “E. SYSTEM”.

A empresa americana “E. SYSTEM” é controlada pela “CIA” e se fundiu com a “RAYTHEON” por determinação do Governo Americano. Consequentemente, a “RAYTHEON” continuará colaborando com a “CIA”. A violência e o ânimo da disputa (que teve lances roncabolescos, de parte a parte), pelo contrato de US$ 1,4 bilhão, estão em clara desproporção com a importância econômica do negócio.

O sistema implantado possibilitará ao governo americano monitorar a área coberta pelo “SIVAM”, controlando toda a movimentação em território brasileiro. A base militar americana no Suriname terá informações privilegiadas, a respeito da área, que está totalmente vulnerável, não pelos americanos que não têm objetivo hegemônico na região, mas apenas defensivo mas por ONG´s suspeitas, falsos missionários, contrabandistas e, pior, pela narcoguerrilha.

A Região Amazônica possui reservas minerais de “terras raras”, Nióbio e outros minérios estratégicos, inexistentes em outras partes do mundo, de sorte que, a segurança dos EUA e das Américas depende das informações que esse país possa exercer na região.

Esse delicado quadro de insegurança agrava-se, porque a CPRM pretende “privatizar” a maior mina de Nióbio do mundo, localizada no Parque Nacional do Pico da Neblina, a 70 km da fronteira com a
Venezuela. Vencida a concorrência, por grupos internacionais ou seus testas-de-ferro, os americanos teriam a alguma justificativa para intervir militarmente na Região , ao menor sinal de risco para a sua segurança nacional.

É imperioso o reforço das medidas defensivas da Amazônia, porque os países estrangeiros, certamente, encontrarão uma justificativa que satisfaça a opinião internacional, para intervir em nosso território, sejam as nações indígenas, seja a floresta, a água potável ou qualquer outro. Os “Sadans” e “Kadafis” que o digam.

São Paulo, 22 de setembro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
PRESIDENTE
Obs.: Atualmente, os riscos para a Soberania Nacional e para a segurança das Américas consistem na planejada criação de zona liberada da Narcoguerrilha na Amazônia Ocidental; plano urdido pelo governo do PT, em aliança com Hugo Chaves da Venezuela, coordenador militar do “Foro de São Paulo” (organização criada em 1990, em São Paulo, no Hotel Danúbio, pelo PT e outras 47 organizações narcoguerrilheiras latino-americanas).

Observe-se, que o terrorismo, as ideologias e as diferenças regionais, são instrumentos de dominação do controlador (CITY de Londres, Grupo Rothschild), concluindo-se, que o governo do PT e Hugo Chaves são AGENTES CONSCIENTES DO CONTROLADOR.

Na Guerra da Selva, o efetivo e os meios das tropas ofensoras precisam superar em 20 vezes, o efetivo das tropas detentoras do território alvo. Portanto, uma zona liberada na Amazônia Ocidental, ocupada por todas as organizações narcoterroristas latino-americanas, com o apoio dos Governos da Venezuela e do Brasil, seria praticamente invencível, impondo o terror do crime como regime de governo, na região.



ADENDO: Recentemente o Brasil viu-se metido em um problema um tanto quanto "inusitado" o avião espião que foi adquirido para vigiar as nossas fronteiras, ficou sem voar pelo simples fato de não ter combustível e graças a BUROCRACIA, que age em favor do estado corruPTo e ditador. O VANT nome dado para Veículo Aéreo Não Tripulado. Um pregão eletrônico aberto para escolher o fornecedor de 12 mil litros de gasolina de aviação, pelo prazo de um ano, foi cancelado por falta de candidatos. O objetivo da PF é usar a empresa que já abastece os aviões da corporação. O preço do combustível – de cerca de R$ 60 mil por trimestre, segundo estimativa de policiais – é irrisório quando comparado ao gasto previsto com essa tecnologia até 2015, de R$ 540 milhões.

sexta-feira, 27 de julho de 2012

JACOB ROTSCHILD ESPECULOU NO OURO EM 2011

RIT Capital Partners, a confiança de crescimento global que fornece o veículo de investimento para o senhor Jacob Rothschild, começou a tomar um lucro em suas explorações de ouro.
A confiança lançou resultados finais mostram um retorno total de 9,3% de sua carteira em comparação com o 5,2% para o índice MSCI World ao longo do período até o final de março de 2011.
Rothschild disse a investidores a confiança tem corrido o rali nos preços do ouro, mas agora de forma incremental vender para baixo. "Ativos reais ... foram um contributo importante para o desempenho com um retorno de cerca de 28% em nossa exposição média de 13% para essas estratégias.Recursos aplicados em petróleo e gás partes, bem como exposição ao ouro e à via futuros, foram as principais causas de retorno. Mais recentemente, temos feito algumas reduções de nossa exposição a essas áreas. "
Rothschild disse que os investidores devem reconhecer a possibilidade de que a liderança nos mercados globais, que foi ocupado pelos preços das commodities na última década, podem estar chegando ao fim. Ele citou pesquisa recente Jeremy Grantham de argumentar que a confiança deve se preparar para uma nova era onde a qualidade do crescimento experiência empresas retorna eclipsando commodities.
"Não é que eu acredito que uma consciência crescente da posição perigosa, que enfrenta muitos países, particularmente aqueles que no mundo desenvolvido. Apesar dessas preocupações, continuamos a aproveitar áreas que acreditamos são atraentes, mas vamos manter a cautela em termos de quantum de capital que nós alocamos ", disse Rothschild.
'Por exemplo, sua empresa tem beneficiado do aumento nos preços das commodities. No entanto, um estrategista notável EUA apontou que retorna mercadoria em relação ao retorno de capital são em alta de 200 anos em uma base 10 anos de funcionamento.
"Nós não estamos sozinhos em ter observado o nível atraente de avaliação de empresas de qualidade muitos, até agora ofuscado pela mercadoria e empresas cíclicas. Após uma década de liderança commodity, uma mudança para um novo regime é uma possibilidade. "
Rothschild também advertiu sobre a fragilidade da recuperação econômica dos EUA e defendeu que o crescimento europeu é provável retardar como programas de redução de déficit continuar.
"É provável que a retirada de estímulos fiscais e monetários que com certeza virão em breve terá um impacto sobre o crescimento global, de fato já existe evidência de algum abrandamento", disse ele.
A confiança está respondendo, mantendo uma loja de alta liquidez. Alguns 15,4% da confiança em investir em ativos de liquidez com 14,7% das ações individuais, 39,1% em fundos eo lembrete em private equity, renda fixa e ativos reais.
Adendo: De onde ele tirou tanto ouro para especular no mesmo? Alguém tem alguma dúvida de que foi do Brasil? Quem tiver dúvidas levante o mouse...
Por: Bruno Toscano

O FIO DA MEADA II. “ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”

O FIO DA MEADA II
“ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”


O FIO DA MEADA II
“ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”
“DESCOBERTA PODE RETARDAR VENDA DA VALE”
(OESP - 21-01-97)



“O governo não tem pressa em privatizar a Cia Vale do Rio Doce, segundo o presidente do Banco Nacional de Des-Econômico Luiz Carlos Mendonça de Barros.”

“GOVERNO EVITA COMENTAR MUDANÇAS NA VENDA DA VALE”
(OESP - 31-01-97)

“FH FAZ DEFESA DO MODELO ESCOLHIDO PARA VENDA”

FH, com o Ministro Raimundo Brito: “satisfação por estar cumprindo “o prometido”.

“PARA FH SOBERANIA NÃO CORRE RISCOS”
(OESP - 07-2-97)

“FH pede abertura para produtos brasileiros”
(O ESP 11/2/97)

“Boa notícia - Depois, em almoço com o primeiro ministro britânico, John Major, Fernando Henrique ouviu uma boa notícia do Vice-Presidente da Comissão Européia: Leon Brittan acredita, que dentro de 18 meses as questões agrícolas entre o Mercosul e a União Eurpéia serão postas em discussão.

“NÃO FUI EU QUEM PEDIU O PRAZO FOI ELE QUEM DEU” explicou o presidente depois do almoço.”                                        
                                                     (ALBERTO TAMER - O ESP 13/2/97)

“O vice presidente da Comissão Européia, Leon Brittan, acenou com o início de negociações entre União Européia e o Mercosul nos próximos 18 meses”. Parece que todo mundo ficou satisfeito com essa proposta no mínimo maliciosa. Decididamente não entendi o motivo, Brittan não prometeu absolutamente nada de novo!

Estamos em fevereiro de 1997 e ele acena com o início de conversações à partir de agosto de 1998. OU SEJA, NO PRAZO ACERTADO NO ACORDO DE MARRAKESH E NA REUNIÃO DE CINGAPURA, para começar as negociações, enquadrar a agricultura nas regras da OMC, acabar com os subsídios e reduzir as tarifas no ano 2000!!!”
PAUTA LONDRINA - (08-2-97 - OESP)

A programação de Fernando Henrique na Capital Inglesa
22:30 - Chegada a Londres amanhã -
11:30 - Chanceler da Colômbia segunda-feira
9:15 - Lord Lucas - representante da rainha
9:45 - reunião com John Major e outros chefes de Estado
10:10 - conferência de John Major e discurso de FHC
11:10 - encontro com John Major Dowing Street nº 10
12:00 - Tony Blair, líder do Partido Trabalhista
13:00 - almoço com chefes de Estado
15:00 - Paddy Ashdown - partido Liberal Democrático
16:00 - AUDIÊNCIA AO CHARMAIN DA RTZ MINERAÇÃO, ROBERT WILSON NA EMBAIXADA DO BRASIL
18:00 - partida para Roma

O noticiário, parcialmente compilado acima, demonstra que a viagem do Presidente à Europa não inovou nada. Seria até turística, porque o assunto levado já havia sido acertado no acordo de Marrakesh e na Reunião de Cingapura.

A “pauta londrina” do Presidente demonstra seu interesse em estar com o presidente da “RTZ Mineração”, última reunião presidencial do dia, para tratar da venda da Vale do Rio Doce.
O “minueto” da venda da empresa é preocupante, na medida em que se enfoca a questão estratégica. O Brasil mantendo a soberania na Vale, tem condição privilegiada para pressionar o mercado financeiro internacional, como restará demonstrado em seguida.

Sem querer, FHC tocou no problema, ao afirmar que a “soberania não corre riscos”. Corre sim. Principalmente, porque o principal grupo interessado, o Rothschild (RTZ MINERAÇÃO e outras empresas) objetiva manter o controle mundial sobre o preço dos metais, de forma mais direta, para não correr o risco de perder o poder de manipular as flutuações das cotações na Bolsa de Metais de Londres. A Vale do Rio Doce aumentando ou diminuindo a produção de minérios influenciaria diretamente as cotações da Bolsa de Metais, “usurpando” o “poder ROTHSCHILD”. É o controle político-econômico do mundo que está em jogo! O Brasil é “fiel da balança”, por ser o país das “commodities” agrícolas e minerais.

A breve descrição do perfil dos grupos envolvidos, que segue, dará clara idéia do desastre, que será a venda da Vale para os Rothschild e associados, ou a eventuais testas de ferro, nacionais ou estrangeiros.
Mayer Amschel Rothschild (BAUER 1743-1812), no século XVIII, foi Secretário de Finanças do Principado de Lichtenstein, iniciando a conhecida dinastia européia de financistas.

A família Rothschild ganhou fortuna com especulações financeiras nas bolsas de valores e de mercadorias da Europa. Os descendentes de Mayer dividiram-se em cinco ramos, para melhor desenvolver os seus negócios, o inglês, o francês, o austríaco o Berlinense e o de Nápoles.

Em razão de possuírem rede aperfeiçoada de informações, sempre controlaram as bolsas dos países onde operavam. Os Rothschild da Áustria encerraram atividades naquele país na segunda guerra mundial e emigraram. Os Rothschild da França foram para os Estados Unidos após a estatização de Miterrand. Os Rothschild da Inglaterra são banqueiros internacionais, foram credores do Império no Brasil, e sempre controlaram as bolsas de valores e de mercadorias onde se estabeleceram.

Foram os primeiros a saber que Napoleão havia perdido a guerra, divulgaram noticia inversa, compraram ações na baixa e quando a notícia verdadeira foi divulgada em Londres, tornaram-se insuperáveis, na “City” e no mundo. Em um único dia multiplicaram sua fortuna por 20 vezes.

Os Rotschild dominam o mercado financeiro internacional até hoje. Mais do que isso, manipulam as expectativas da Bolsa de Metais de Londres, vale dizer, controlam o preço dos metais no mundo, porque dominam a cadeia produtiva de minérios (mineração, transporte, transformação e comercialização). Além de dominar os mercados de commodities agrícolas, comerciais e industriais.

Com o esfacelamento da URSS enfrentaram problemas de oferta de metais no mercado, em razão da necessidade russa de moedas fortes, mas já superaram o impasse, possivelmente, com acordos de bastidores.

Buscando alianças para manter o seu poder, o Barão de Rothschild casou sua única filha, há cerca de 15 anos, com o filho de Anthenor Patiño, o rei do estanho, cujos dados e atividades seguem abaixo:
Anthenor Patiño (já falecido), filho de Simon Patiño, boliviano, naturalizado francês, que foi casado com a filha do Rei da Espanha, controla grande parte da produção mundial de estanho, é conhecido como o Rei do Estanho.

No Brasil, o Grupo Patiño, atualmente presidido por Jimy Patiño, possui cerca de cinquenta empresas, controladas pela holding “Brascan” (Bras-Canadian), segue a relação das mais conhecidas:
Brastemp
Brasmotor
Imobiliária Brascan
Sabrico
Cia Estanífera do Brasil S/A e outras

A “receita” do domínio mundial através do controle do sistema financeiro segue abaixo:
Quem controla as flutuações do mercado de derivativos controla o sistema financeiro internacional! A recente quebra do Banco Barings e os prejuízos de US$ 2 bilhões do Banco Toiobo, especulando com prata, ilustram a importância desse mercado. Para manter uma relativa liquidez, os bancos necessitam do mercado especulativo, até porque, o financiamento seguro da produção e do consumo, não absorve a massa de capital existente.

As potencialidades brasileiras na produção de metais vêm sendo controladas, de forma indireta, na exata conveniência do Barão de Rothschild e seus associados, através de lobes políticos, ONGS e movimentos ecológicos e políticos.

Comprando a Vale do Rio Doce, através de suas coligadas (Anglo American, RTZ Mineração e outras) o Barão de Rothschild tornará, ainda mais segura a manipulação das flutuações dos derivativos.
É imperativo, do ponto de vista estratégico, que o Brasil se autodetermine nessa questão. Infelizmente, a privatização da Vale do Rio do Doce, nos moldes em que está definida, cede esse poder depressionar o mercado financeiro internacional aos Rothschilds.

O poder de pressão do grupo inglês é enorme, tanto que o Presidente da República, logo que eleito e antes de tomar posse, entrevistou-se na Inglaterra com o Barão de Rothschild.

Em recente viagem à Europa, o Presidente recebeu, em demorada entrevista na embaixada brasileira em Londres, o Presidente da RTZ Mineração, Robert Wilson, para tratar de assunto referente à “privatização” da Vale do rio Doce.

É bom marcar, que a RTZ não está na relação das empresas que tiveram acesso aos dados “sigilosos” da Vale, apesar do Grupo Rothschild ter constituído uma “join venture” com o Bradesco para esse fim, fato que demonstra as manobras diversionistas, para ocultar o objetivo do capital internacional.

A gama de interesses envolvidos tende a transformar a privatização da Vale num jogo de cartas marcadas, prejudicando o país, estratégica e economicamente.

Após a divulgação da descoberta de novas jazidas, os atores do processo não se inibiram, simplesmente “deram” uma “participação” para o país nas reservas desconhecidas. Ora, isso não tem nenhuma importância, porque o principal objetivo deles é o controle do mercado de derivativos (bolsas de mercadorias e metais) por parte dos Rothschild.

Exemplificando: O Banco Central do Brasil mantém a cotação do dólar americano no nível que quiser, porque, por enquanto, tem reservas abundantes dessa moeda. Da mesma forma, o Brasil poderia obter vantagens comerciais importantes, reservando-se o poder sobre o mercado de derivativos, através da Vale do rio Doce.


Privatizada a Vale, através das regras atuais, continuaremos em “berço esplêndido”, de ouro, cobre, terras raras, nióbio e etc.

A Vale não pressiona o erário porque é lucrativa, logo, a pressa na sua privatização é suspeita. Necessário fosse privatizá-la, com a urgência pretendida pelos “atores” do suspeito processo, bastaria reserva-la a grupos nacionais e manter com a República o poder de veto, quanto à política internacional da empresa e transferências futuras de controle acionário.

Voltamos a insistir, o patrimônio líquido da empresa é de menor importância. O fundamental é a pressão dos mercados financeiros, que pode ser exercida através dela, aumentando o mercado de exportações de produtos brasileiros. Nessas condições, aliena-la aos Rothschilds e seus testas de ferro, ou a qualquer grupo internacional, como pretende o governo, é TRAIÇÃO À PÁTRIA.


O mais grave é que os integrantes do governo, que estão envolvidos no processo de privatização “a toque de caixa” da Vale do Rio Doce, sabem de todos os detalhes e estão “negociando”, conscientemente, o futuro do Brasil. A esperança é que, é sempre tempo de corrigir as más obras.


OBS.: A Vale do Rio Doce foi “privatizada” pelo Governo Fernando Henrique Cardoso, títere do Controlador. O Bradesco administra a empresa, na medida exata dos interesses dos Rothschild. O Poder Judiciário permitiu a traição aos interesses nacionais “engavetando” as diversas ações populares movidas contra a negociata.
O principal ministro de FHC, Pedro Malan, hoje é o presidente do Conselho de Administração do UNIBANCO, do qual participa Armínio Fraga, agente de Soros, que por muito tempo foi “consultor” secreto de Fernando Henrique e participou do seu governo.

Ressalte-se, que o UNIBANCO controla a CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) de Araxá MG, fornecedora de 95% (noventa e cinco por cento) do NIÓBIO consumido no mundo. Minério estratégico, que a empresa exporta para as suas filiais nos cinco continentes, por preço aviltado, prejudicando a economia brasileira em bilhões de dólares anualmente; privando o Brasil de um importante instrumento de negociação comercial. Com a vantagem estratégica proporcionada pelo NIÓBIO, poderíamos exportar bilhões de dólares a mais, agregando valor aos nossos produtos e aumentando quantitativa e qualitativamente a pauta de exportações.
Essa fraude na exportação é cometida com a conivência do Governo Federal e do Governo de Minas Gerais, Estado que possui 25% (vinte e cinco por cento) da CBMM.

O Brasil se autodeterminaria, instantaneamente, com a interrupção dessa fraude bilionária.

Conforme telegrama e resposta copiados em anexo, o Ministro da Defesa (vice-Presidente) desatendeu o Requerimento de instauração de inquérito policial-militar para que fosse investigada a conspiração do NIÓBIO, fato que atenta contra a Segurança Nacional.








São Paulo, 12 de outubro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
PRESIDENTE

quinta-feira, 26 de julho de 2012

A GUERRA COMERCIAL À PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA BRASILEIRA

O FIO DA MEADA I
“GUERRA COMERCIAL À PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA”

O FIO DA MEADA I
“GUERRA COMERCIAL À PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA”
“MELHOR MERCADO”
(Alberto Tamer - O ESP 12-12-1996)“

As exportações americanas para os países da Ásia e do Pacífico, de U$ 193 bilhões este ano, criaram 3,8 milhões de empregos nos Estados Unidos. E excedem em, pelo menos, U$ 50 bilhões as vendas para a Europa. São dados do Departamento de Comércio dos EUA. Ele estima que, para cada bilhão exportado, se criam no país 20 mil empregos. Daí a prioridade que o Governo vem dando a essa região.”

“PANELA NO IMPASSE”
(Joelmir Beting - O ESP - 12-12-1996)

“Os Estados Unidos” já respondem por 23% do comércio agrícola mundial, com exportações anuais de U$ 58 bilhões na média dos anos 90.”
“Campeões do protecionismo na economia rural, os europeus tentam esvaziar até mesmo a agenda de 1999 da OMC. A Europa mal consegue sustentar compromissos de abertura firmados com os Estados Unidos no Acordo de Blair House. A delegação americana continua primando pela ambiguidade nessa abrasiva matéria: o discurso é de abertura, o recurso é de fechadura.”


“ITR, IMPOSTO DE 3% SOBRE O FATURAMENTO AGRÍCOLA”
(Fernando Homem de Melo - Prof. USP, pesquisador FIPE - O ESP – 16-12-1996)
“Praticamente ao mesmo tempo, ou pouco depois, da aprovação da isenção do “ICMs” nas exportações de produtos primários e semi-elaborados em setembro último, o governo conseguiu aprovar três mudanças tributárias de grande e negativo impacto sobre o setor agrícola:

- A CPMF, a partir de 20/1/97
- A contribuição previdenciária rural (MP 1523, de 11 de outubro de 1996)
- O ITR (MP 1529 de 19 de novembro de 1996)
Em especial, ele, inteiramente, desconsidera os enormes custos pagos pelo setor agropecuário com o plano Real, por meio dos efeitos negativos das “âncoras” monetária e cambial ao longo de 1995.”


“O M.S.T.” (O ESP - 12-01-1997)
José Pedro Stedille, “coordenador” nacional do MST, declarou ao Jornal o ESP de 12-01-1997 (Caderno Especial), que “a produção agrícola nacional deve limitar-se ao mercado interno. Afirmou, ainda, ser desnecessária a exportação de produtos agrícolas”. Esse objetivo do MST revela que o intento de seus membros é colaborar com os produtores agrícolas da América e Europa, na preservação de seus mercados internacionais. A traição fica mais evidente, quando se observa que os “donativos” para a esquerda brasileira vêm da América e da Europa. O “Pedro Gaúcho” ainda afirmou à reportagem, de forma desassombrada, que “por enquanto não seria necessário temer o MST, isso acontecerá mais tarde.”



“A GUERRA SUJA DA CIA”
(Mário Chimanovich - Isto É - 15-01-1997)

“O muro de Berlim caiu, a “guerra fria” terminou, mas tudo indica que a guerra suja continua. Seus objetivos, agora seriam eminentemente econômicos, e para serem alcançados afetam setores políticos, desestabilizando-os, se isso for necessário. É nessa nova realidade que se encaixa a tese, que vem circulando na espionagem européia e latino-americana: a CIA teria arquitetado o golpe dado no dia 17 de dezembro último, pelo grupo guerrilheiro TÚPAC-AMARU, em Lima, Capital do Perú, contra a representação diplomática japonesa naquele país. Mais, a CIA também estaria por trás do vazamento de informações sobre a contaminação do Centro de Pesquisas Nucleares de ARAMAR.”






Ressalte-se que o MST tem um antigo acampamento na fazenda Ipanema(IPERÓ), perto de ARAMAR, onde treina os soldados da guerrilha e homizia seus integrantes processados ou, eventualmente, procurados pela polícia.
Outro centro de treinamento situa-se no município de Cajamar próximo a São Paulo.



“No caso do Peru, segundo apurou ISTOÉ, a operação da CIA teria por objetivo desestabilizar as relações entre Lima e Tóquio, já que o Japão tem delineada a estratégia de transformar o país andino em sua ponta-delança de entrada no Mercosul. Além disso, o Peru seria o caminho para alcançar os recursos minerais e madeireiros da Amazônia.”

Os artigos e reportagens, parcialmente transcritos acima, publicados desde dezembro de 1996, confirmam que a ação do Governo na agropecuária trai os interesses da Nação, para proteger exportadores americanos e europeus de produtos agrícolas.

De fato, FHC e sua equipe, desconsiderando que imposto no campo é confisco na mesa, vem acuando os produtores brasileiros de alimentos, com toda sorte de medidas contrárias à atividade:
a) juros extorsivos, incompatíveis com a atividade agropecuária;
b) instabilidade política, permitindo à guerrilha SENDERO-MAOISTA do MST, PT e congêneres, que invada e destrua inúmeras fazendas. Tal prevaricação inibe o investimento no setor;
c) câmbio desfavorável e taxação das exportações, quando todos os países subsidiam os exportadores;
d) reforma agrária - política que naufragou em todo o mundo por contrariar princípios econômicos, comprometer o abastecimento e socializar prejuízos, além de implementar o assistencialismo.

É bom marcar, que o Ministro Pedro Malan residiu na América do Norte por muitos anos, fato que certamente o distancia da realidade e dos interesses brasileiros. Caso contrário, teria tomado providências para adequar as medidas governamentais às necessidades inerentes à guerra comercial. Todavia, o país continua vulnerável como antes da posse de FHC, talvez mais, porque as exportações estão caindo em relação ao PIB.

Essa postura do Governo Federal, aparentemente irracional, trai a Nação, na medida em que submete o país aos interesses dos Países do Primeiro Mundo, protegendo seus mercados de exportação, à custa das nossas potencialidades, praticada pela classe política.

Diante das agruras e perseguições a que são submetidos, os agropecuaristas, com certeza, deixarão de investir na atividade e breve veremos o maior país agrícola do mundo importando alimentos da América e Europa, a custa de endividamento. Consequentemente, o país ficará mais vulnerável e, portanto, sujeito as maiores pressões.

Em resumo, ONG´s e países do chamado Primeiro Mundo financiam a guerrilha rural no Brasil, sob o beneplácito do governo FHC, com o claro objetivo de impedir, que o país concorra em seus mercados.

Para os nossos concorrentes seria desastroso um corredor de exportação do Brasil através do Perú, com o apoio do Japão, país de economia complementar à Brasileira. Essa iniciativa encurtaria em dois terços a rota de exportação para o Oriente, desenvolveria o norte do país, consolidando a Amazônia Brasileira e concorreria com os 193 bilhões de dólares em exportações americanas para a Ásia. Toda a exportação de grãos produzidos em Mato Grosso e Rondônia (23% da produção nacional) escoaria pelo Pacífico ao invés de fazer “turismo” pelo Amazonas e pelo Atlântico, até Roterdã!! E de lá para o Canal do Panamá.

Como a economia é o fato gerador da história, os riscos para as economias concorrentes, explicam a fulminante ressurreição do TUPAC-AMARU no Perú e a força política e econômica do MST no Brasil, movimento guerrilheiro sendero-maoista, que goza de espantosa imunidade. Contra o MST a Constituição Federal, o Código Penal e os direitos da sociedade são letra morta, obrigando os produtores rurais a
defenderem-se de forma assimétrica, em razão do absurdo apoio que os Governos Estaduais, Municipais e Federal darão à narcoguerrilha do MST.

Os antigos romanos, diante de algum fato inusitado, perguntavam:
A quem interessa? A leitura deste texto não deixa dúvidas quanto aos interessados e seus aliados tupiniquins.

Os americanos e europeus estão corretos em tentar defender o bem estar e o emprego no seu país. Terrível é o governo FHC “colaborar” com isso, à custa da miséria do povo brasileiro, e graças a fragilidade e inadequação das instituições brasileiras! A autodeterminação político-econômica do Brasil é a única solução para essas mazelas, que mantêm a Nação brasileira injustificadamente no terceiro mundo.

São Paulo, 15 de janeiro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente

OBS.: Atualmente, a tese absurda de Reforma agrária no Brasil naufragou, porque o superávit do agronegócio (40 bilhões de dólares por ano), garante o pagamento dos juros da dívida externa e porque a segurança alimentar do Primeiro Mundo depende da saudável produção agrícola brasileira (boi verde livre do mal da vaca louca). (setembro de 2005).



1 de Agosto aniversários dos Revoltados ON LINE, 2 anos de existência !@!

Fundada: 01 de Agosto de 2010





Junte -se a nós, não temos muito que comemorar, mas estaremos reunidos nosso 2ª ano de existência na VIGÍLIA DO MENSALÃO !@!

Um dia antes do inicio do Julgamento do Mensalão queremos formar uma palavra com velas na Paulista, em frente ao MASP e chamar a imprensa para fotografar.

Pedimos que SÓ CONFIRME SUA PRESENÇA SE PUDER IR E LEVAR VELAS.





A ideia é fazer o mesmo que fizemos com o VOTO ABERTO JÁ!, escrever a palavra com velas e fazermos imagens aéreas.

Compareça, leve velas simples e brancas, teremos copos plásticos para colocar as velas!!


REVOLTADOS ON LINE, é a tentativa do ser humano de fazer valer o seu valor, contra tudo aquilo que o humilha...Os covardes nunca começam, os fracassados nunca terminam, os VENCEDORES jamais DESISTEM...Então há ESPERANÇA !!!







Assinado
Marcello Reis
Fundador Revoltados ON LINE



Participem do Evento no Facebook, link abaixo.
https://www.facebook.com/events/464381433585465/

quarta-feira, 25 de julho de 2012

BRASIL, O PAÍS QUE VIVE NO FIO DA NAVALHA, APRESENTO-LHES: "O FIO DA MEADA"

INTRODUÇÃO

O fim da "Guerra Fria" transferiu para a "GUERRA COMERCIAL DA GLOBALIZAÇÃO" toda a estrutura e os recursos econômicos, tecnológicos e humanos, até então empregados na espionagem política. Essa realidade coloca em risco permanente a estabilidade política e econômica de qualquer país, que represente um objetivo, ou um simples risco de concorrência comercial para o Primeiro Mundo. Em razão disso, por exemplo, o Consulado Americano em São Paulo mantém em seus quadros 3 veterinários e 2 agrônomos, monitorando, constantemente, a produção agropecuária brasileira e os riscos, que ela possa apresentar para os mercados de exportação americanos.

A GUERRA COMERCIAL MUNDIAL está em curso porque a estabilidade política do "Primeiro Mundo" está ba razão inversa de seus índices de desemprego. Os partidos no poder, os presidentes e ministros sabem, perfeitamente, que sua permanência no governo depende da criação de empregos. Como os mercados desenvolvidos estão saturados, o seu consumo interno é, relativamente, inelástico, fato que condiciona o apoio aos governantes à sua capacidade de ampliar exportações e criar empregos.
De acordo com a Secretaria de Comércio Exterior do Governo Americano, cada Bilhão de dólares exportado cria 20 mil empregos.


"Bill Clinton" reelegeu-se porque conteve o desemprego, ampliou as exportações, controlou a inflação e manteve os juros, no mercado americano, a níveis compatíveis com o financiamento da produção e consumo.



Objetivando expandir ou manter os mercados e ou dominar fontes de matérias primas estratégicas, a pirataria internacional está cada vez mais efetiva, na guerra suja do comércio internacional.

O emprego e o padrão de vida do Primeiro Mundo são mantidos a qualquer preço, mesmo à custa da desestabilização de setores políticos e econômicos dos países emergentes, como o Brasil, ou até de países menos influentes, que por qualquer motivo, coloquem em risco os objetivos da pirataria internacional.

A invasão da embaixada japonesa no Peru, segundo a imprensa (revista Isto É), teria sido arquitetada pela CIA, que utilizou o TUPAC AMARU, para tentar desestabilizar o governo Fugimori, com claro intuito de inviabilizar os objetivos estratégicos do Japão, de acessar o Mercosul através do Peru para, expandir o comércio na região e usufruir os recursos minerais, madeireiros, agrícolas e a biodiversidade da Amazônia.




É cristalino, que a eventual aproximação comercial Brasil-Japão, (países de economias complementares), através do Peru, poria em risco os interesses comerciais dos EUA no Pacífico.



Para atingir seus objetivos no Brasil, o Capital Internacional explora e incentiva as diferenças regionais, dividindo a Nação Brasileira. Mantém lobistas no próprio governo, financia campanhas políticas, governando das sombras, os nossos destinos, através de seus títeres. Não titubeia em apoiar, política e economicamente, os artigos "inimigos" de ideologia. Financia, treina e dirige o MST, que é a guerrilha Sendero-Maoista no Brasil, para inibir o investimento na agropecuária e, preservar, com isso, seus mercados internacionais.

Na questão mineral a pretensão do inimigo é clara: ampliar o controle sobre a mineração, o transporte de minérios, sua eventual transformação e comercialização, usando "testas de ferro", políticos, empresários nacionais vulneráveis (em razão de monopolizarem setores da economia), impondo a privatização de empresas estratégicas como a VALE DO RIO DOCE, para ditar o que deve, quanto e quando, ser extraído ou contrabandeado para fora do país.

Com beneplácito do governo, os financistas internacionais exploram e desviam recursos minerais brasileiros (NIÓBIO, terras raras, etc...) mantendo a nação na miséria. Para perenizar esse domínio, financiam partidos, políticos e ONG´s "ecológicas", as quais supostamente, defendem índios, florestas e pobres. O governo anterior, que extinguiu os órgãos de informação, vulnerabilizando, ainda mais as nossas defesas, foi obrigado a criar a Reserva Indígena Ianomami. Esta decisão colocou em risco a soberania nacional na Região Amazônica, porque a criação das chamadas "Nações Indígenas" faz parte de um plano mais amplo de dominação. Objetiva justificar para a opinião pública internacional uma eventual intervenção militar estrangeira no Brasil, caso o Capital Multinacional seja impedido de apossar-se das reservas de NIÓBIO, terras raras e outros minérios existentes no Parque Nacional do Pico da Neblina, a 70KM da fronteira do Brasil com a Venezuela. País este, que é o maior fornecedor de Petróleo para os EUA. É bom marcar, que o exército americano treina tropas na região amazônica, próximo às nossas fronteiras há alguns anos, objetivando garantir seus interesses econômicos e estratégicos, fato que todavia, não compromete a nossa soberania, em razão do Brasil e EUA serem aliados naturais.

A questão mineral será abordada nas várias análises conjunturais, que compõem este trabalho, que objetiva alertar as autoridades não comprometidas com o inimigo, para o fato do Brasil estar sendo atacado pela pirataria internacional, na guerra comercial da globalização.

O problema não se prende ao simples fato de ganhar ou perder dinheiro, é o poder mundial que está em jogo e o Brasil, é o GRANDE PRÊMIO. Nossos recursos minerais e agrícolas, devidamente "Controlados", podem garantir o emprego, o padrão de vida e a estabilidade política do Primeiro Mundo.

As flutuações da Bolsa de Metais de Londres, dependem do controle da produção mineral brasileira, por isso, a VALE DO RIO DOCE, que é o maior instrumento de extração e transporte dos recursos minerais brasileiros, foi tomada de assalto, por capitais internacionais.

O grupo financeiro que controla as flutuações da Bolsa de Metais de Londres, domina o mercado financeiro internacional, cada vez mais vulnerável, em razão de depender de aplicações especulativas, porque o financiamento à produção é limitado. Está claro, que os reis dos minérios do mundo necessitam dominar os países minerais, como o Brasil, para consolidar o seu poder.

Outro setor econômico internacional, com interesse em criar embargos ao Brasil, e que também utiliza a estrutura da espionagem da guerra fria, é o AGROBUSSINESS, que através de ONGs, de políticos e de órgãos governamentais, financia, treina e garante politicamente, a guerrilha Sendero-Maoista do MST, com claro intuito de, através do terror, inibir na agropecuária, para garantir seus mercados de exportação.

Todas as ações da Guerra Comercial Internacional travada contra o Brasil, são coordenadas pelos departamentos de comércio exterior de governos estrangeiros, que centralizam as informações econômicas mundiais, para estabelecer a sua estratégia.

O Governo Brasileiro não possui Ministério de Comércio Exterior, fato que seria ridículo, se não fosse trágico. Por falta de coordenação do governo, o vital comércio internacional é tratado de forma empírica pelos empresários exportadores. O Itamaraty trata do assunto de forma inadequada, em razão de ser um órgão totalmente despreparado para coordenar a ação exportadora do país. Devido a isto, as exportações brasileiras tem declinado em relação ao Produto Interno Bruto, conforme o quadro comparativo abaixo:



Somente conhecendo as tramas do inimigo, poder-se-á defender o País e a Nação Brasileira, artificialmente, mantida na pobreza, na ignorância e na doença, em razão da TRAIÇÃO de políticos e governantes.

Nenhum dos chefes dos Poderes da República assume a responsabilidade pela defesa do interesse nacional. Percebem o perigo, até porque não são inocentes, mas calam e, em alguns casos, até colaboram com o inimigo em troca de apoio político e ou vantagens econômicas, traindo à Pátria.

O primeiro passo para a correção de desvios é a conscientização da realidade. As análises deste trabalho têm por objetivo lançar alguma luz sobre as distorções econômicas e impropriedades administrativas e políticas que afligem o Brasil.

A grande verdade é que parte dos nossos aliados dos tempos da "GUERRA FRIA" são nossos inimigos comerciais hoje!


OBS: Os riscos à segurança das Américas representados pela Narcoguerrilha e pelo terrorismo internacional, modificaram, em partes, o cenário acima descrito, posto que a concorrência comercial é de menor importância, diante das ameaças da guerrilha e do terrorismo à segurança das Américas.

A América do Norte e o Brasil, para enfrentar os inimigos comuns, precisam aparar pequenas arestas e considerar, que são aliados tradicionais e naturais. Uma aliança soberana entre os gigantes americanos garantiria a segurança e o progresso econômico-social das Américas.



O FIO DA MEADA

"A COMPLACÊNCIA DO GOVERNO AOS ATAQUES ESTRANGEIROS À ECONOMIA BRASILEIRA"


C R O N O G R A M A

I - Assim que eleito, antes da posse, FHC viajou para a Europa, e entrevistou-se em Londres com o Barão de Rothschild, financista internacional, que dirige o grupo que leva seu nome e que controla o comércio de metais no mundo há cerca de 300 (trezentos) anos.

II - Fernando Henrique Cardoso, após a posse, empenhou-se nas privatizações de empresas nacionais, principalmente da Vale do Rio Doce, mas descurou-se do comércio internacional, prejudicou exportadores, facilitou as importações, destruiu inúmeras empresas nacionais com sua política econômica, ensejando a venda de tantas outras. Essa atitude, que favoreceu os exportadores do Primeiro Mundo, provocou enorme déficit comercial, causando recessão e desemprego no Brasil.

III - O BNDES escolheu duas instituições financeiras internacionais para “modelar” a privatização da Vale do Rio Doce: Merrill Lynch e Salomon Brothers.

IV - A Salomon Brothers associou-se ao Bradesco há algum tempo. A Merrill Lynch é ligada ao Grupo Rothschild, de Londres.V - O Bradesco e o Grupo Rothschild, por serem interessados na privatização da Vale, estabeleceram o preço, para depois adquirir a empresa. O mercado levantou questões éticas contra a participação do Bradesco no negócio. O Bradesco foi afastado da concorrência, mas participou indiretamente do consórcio vencedor, com US$ 600 milhões.

VI - Na “avaliação” da empresa, para a “modelagem de privatização fraudulentamente, não foi considerado o valor das concessões minerais,que a Vale possui em todo o território nacional, cujo potencial é conhecido dos interessados.

VII - Na “modelagem” da privatização, não foi feita auditoria da Vale do Rio Doce, somente consultoria, dado subjetivo, que se revelou insuficiente para estabelecer o valor real da empresa, causando grandes prejuízos ao patrimônio público.

VIII - Para preparar a “modelagem” da privatização, as consultorias internacionais subcontrataram consultorias nacionais, cujas conclusões, (que obedeceram aos parâmetros das empresas internacionais), foram desvalorizadas em 20% (vinte por cento), para tornar “o negócio” mais atraente.10

IX - Por orientação dos interessados na aquisição da Vale do Rio Doce, as consultorias levaram em consideração, na formação do preço mínimo, apenas, a capacidade da empresa gerar capital (caixa) no futuro, desprezando seu patrimônio líquido e seu potencial estratégico e as suas reservas minerais, em todo o território nacional.

X - O potencial estratégico da influência da empresa no mercado de derivativos e, por conseqüência, no sistema financeiro internacional, fraudulentamente não foi considerado por nenhuma consultoria, fato que depreciou o preço mínimo estabelecido. É bom marcar, que a empresa tem poder de pressão para ampliar as exportações brasileiras, criando empregos.

XI - O grupo Rothschild controla o preço dos metais no mundo (RTZ Mineração, Anglo American, Bolsa de Metais de Londres, controle do mercado de derivativos), porque domina a cadeia produtiva mundial completa (mineração, transporte, transformação, comercialização e cotações na Bolsa de Metais de Londres).

XII - Apesar da RTZ Mineração (Rothschild) não participar da concorrência da Vale, FHC recebeu em audiência, na embaixada brasileira em Londres, seu presidente, Robert Wilson, às 16 horas do dia 10 de fevereiro, para tratar de assunto da privatização, concedendo-lhe, quase duas horas de audiência.

XIII - Participaram do leilão os consórcios chefiados por Benjamin Stainbruck (2,5% grupo Vicunha) e Antônio Ermírio de Moraes (Votorantim). O mercado não se convenceu do real empenho do grupo “perdedor”, no leilão.

XIV - Várias ações populares foram ajuizadas em todo o país contra a privatização da Vale do Rio Doce. O leilão foi adiado, mas, se realizou , graças a suspensão das liminares, determinada pelo Ministro do STJ, Dr. Demócrito Reinaldo. O Ministro suspendeu as liminares, apesar de ter sido arguida a sua suspeição de parcialidade.

XV - Recentemente, a incompetência dos juízos originários, arguida pela Advocacia Geral da União, foi julgada improcedente pelo STJ, mas “o negócio” se realizou, transferindo, para o grupo Rothschild de Londres, ao menos momentaneamente, o poder do Brasil ditar o preço dos metais no mundo (utilizando adequadamente o potencial da Vale do Rio Doce).11

XVI - A “privatização” da Vale do Rio Doce está “subjudice”, podendo ser decretada a anulação da negociata, por decisão judicial.

XVII - Após favorecer os exportadores do Primeiro Mundo, prejudicar as empresas nacionais, fragilizar o país com déficits comerciais e “privatizar” a Vale do Rio Doce, o presidente Fernando Henrique Cardoso foi homenageado pelo Governo Britânico, pela família real inglesa e, principalmente, por financistas e empresários ingleses. Enquanto ocorriam as homenagens, as empresas brasileiras demitiam funcionários para tentar sobreviver.

XVIII - Noticiário dos jornais, demonstrando a relação entre a crise brasileira e a satisfação de financistas, empresários e governantes ingleses:“Reino Unido é parceiro fundamental do Brasil” - 03/11/97“Majestade, os resultados estão à vista” - 03/11/97“Balança tem o 2º pior déficit do ano”- US$ 1,2 bilhão - 02/12/97“BNDES estima déficit externo em US$ 5 bilhões” - 03/12/97“Ibre prevê forte desaceleração econômica” - 03/12/97Homenagem ao Presidente em Londres - 04/12/97“Demissão ameaça alastrar-se por vários setores” - 07/12/97“Comércio dispensou 6 mil empregados” - 07/12/97“Primeiro Trimestre de 98 será época de dispensas” - 07/12/97“Inglaterra será interlocutora do Brasil com países desenvolvidos” - 07/12/97 (Fonte: O Estado de São Paulo)

CONCLUSÃO

As decisões do governo FHC, que alienaram, a preço vil, o patrimônio nacional, destruíram as empresas nacionais, desabasteceram o país penalizando os produtores rurais com impostos e apoio ao terrorismo, favoreceram os financistas e exportadores internacionais, provocaram o déficit comercial de bilhões de dólares, fragilizaram as reservas cambiais nacionais (hoje constituídas, em grande parte, por capital estrangeiro especulativo), provocaram o desemprego e a recessão, mas, sintomaticamente ensejaram gloriosas homenagens ao presidente Fernando Henrique Cardoso, na Inglaterra.Este CRONOGRAMA evidencia os riscos para a segurança nacional que a “política” econômica do governo representa,12fator que se torna mais grave, exigindo medidas corretivas urgentes, por estarmos em meio à violenta GUERRA COMERCIAL, iniciada pelos países do Primeiro Mundo.

OBS.: O “governo” do PT deu continuidade à “política” econômica do governo do PSDB, se é que traição à Pátria pode ser chamada de “política”.Esse continuísmo se explica porque Lula e FHC são membros do Diálogo Interamericano (FHC é o atual presidente desse organismo), que antes do fatídico 11 de Setembro de 2001, era aliado do Controlador da City (Rothschild) objetivando a manutenção do controle político-econômico do mundo.

Essa aliança hegemônica foi, provisoriamente, suspensa em razão da ameaça à segurança nacional americana representada pelo terrorismo, que é instrumento de dominação do controlador.

São Paulo, 12 de outubro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente