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terça-feira, 28 de agosto de 2012

HOLODOMOR, O GENOCÍDIO DE UM POVO PELO GOVERNO COMUNISTA DA ANTIGA URSS

Holodomor


Propagandas promoviam o regime de Fazendas Coletivas
Na década de 30, Stálin instalou uma nova política em terrenos pertencentes a URSS, visando o aceleramento do desenvolvimento econômico e industrial soviético. Essa nova fase consistia em obrigar os camponeses, através do uso de violência e ameaças de deportação, à doarem suas terras para o governo, criando um sistema de Fazendas Coletivas. Além disso, o campesinato devia cumprir cotas de contribuição com o Estado, que consistiam em abastecer gratuitamente o governo com artigos pecuários e agrícolas, para então receberam comida. Esse regime ficou conhecido como Holodomor, ou Grande Fome.
Ao todo, 2,8 milhões de pessoas foram deportadas, principalmente para o Cazaquistão e Sibéria, com a desculpa de pertenceram a uma categoria de camponeses contrários ao poder soviético e de ofereceram resistência as requisições efetuadas pelos organismos estatais. O objetivo da URSS era diminuir as influências contrárias ao seu governo e povoar e explorar os recursos naturais de terras distantes, porém, muitas vítimas da deportação acabaram morrendo de fome e frio, abandonadas nessas áreas. Entre os anos de 1930 a 1933, foram desterrados cerca de 600 mil ucranianos. Cerca de 400 mil camponeses foram enviados para uma rede de trabalhos forçados, e houve inúmeras revoltas e manifestações, o que acarretou na sentença de pena capital para 30 mil pessoas.
Em 1931, o trabalho árduo e a dificuldade em cumprir as cotas absurdas, fazem com que a fome seja a causa da morte de milhares de pessoas que viviam nas colônias da União Soviética. A Ucrânia, assim como o Cáucaso do Norte e o território do rio Volga, ambas colônias da URSS, foram especialmente atingidos, por oferecer maior resistência à política de coletivização agrícola.
O plano para a coleta de 1932 visava obter 29,5 milhões, dos quais 7 milhões deveriam sair da Ucrânia. Isso gerou mais manifestações dos produtores, que tentavam esconder parte da produção para garantir a subsistência, além de motivar a fuga de muitos trabalhadores e ter causado a recusa de funcionários locais responsáveis pela coleta dos cereais produzidos, que sabiam que o confisco condenaria a população à fome. Visando o cumprimento da meta de coleta ucraniana, é instituída a lei sobre o “roubo e dilapidação da propriedade social”, que punia com 10 anos de trabalho forçado ou pena de morte. Mesmo com as novas medidas adotadas, em outubro de 1932, apenas 39% da meta havia sido cumprida.

Alguns ucranianos vencem as barreiras policiais, mas não resistem e acabam morrendo nas cidades
Cansado da não obtenção de resultados satisfatórios em terreno ucraniano, Stalin decidiu fazer uso da fome, de forma genocidária, para acabar com o que ele acreditava ser uma resistência nacionalista por parte dos ucranianos. Passa a ficar impedida a entrada de alimentos pela fronteira da Ucrânia, bem como a saída dos camponeses que procuravam comida na Rússia, e fica proibido o comércio de batatas e carne. Multas são dadas a várias aldeias, que são obrigadas à quitá-las com alimentos. Camponeses eram impedidos de sair do país, a venda de bilhetes ferroviários foi suspensa e comboios policiais monitoravam estações e estradas. Em dezembro de 1932, é criado o passaporte interno, medida que excluiu os camponeses, obrigando-os à ficarem presos à suas terras.
Para a URSS, o problema da Ucrânia não residia apenas no campo, era preciso também acabar com a elite política e cultural do país, que liderava as resistências e impulsionava o ideal de nacionalidade ucraniana, logo procedeu à eliminação das elites ucranianas, acusadas também de conivência com o campesinato.

Vítima do Holodomor
Esse processo dificultou a reconstituição da Ucrânia quando foi liberta do regime, visto que boa parte da população intelectual e politizada foi dizimada, sem contar os camponeses, o que agravou o ressurgimento da identidade nacional.
Durante a adoção do regime de produção agrícola coletiva na Ucrânia, a taxa de mortalidade da população alcançou o assombroso número de 367,7 por mil habitantes. Até hoje não se sabe exatamente o número de vítimas do Holodomor, mas acredita-se que seja algo em torno de cinco milhões de mortos, entre camponeses mortos pela fome, perseguidos políticos e vítimas de trabalho forçado.



Este documentário vem sendo escondido pelos governos onde este regime GENOCIDA vem sendo aplicado, inclusive no Brasil do PT, pois os planos deste atual governo são parecidos com os utilizados por stalin no século passado, apenas os métodos que mudaram e ganharam um certo ar de omissão do estado...Uma vez que o governo vem Assassinando diariamente mais de 170 brasileiros nas filas dos hospitais por dia, mais de 200 pais de família sucumbem em estradas esburacadas, outros 300 perecem nas ruas vítimas da violência e outros 180 pais de família tiram suas próprias vidas por não terem dignidade em viver e alimentar suas famílias. O pior de tudo isso, é que tem gente que nega o HOLODOMOR como negam o HOLOCAUSTO, claro que estes cretinos são defensores de regimes totalitários e corruPTos como o que temos no Brasil hoje. 
NÃO DEIXE DE ASSISTIR E COMPARTILHAR ESTE DOCUMENTÁRIO PARA QUE TODOS POSSAM VER, EM QUE MÃOS ESTAMOS.

BLACKWATERS no Brasil, denúncia do General Andrade Ney


Nem mesmo o governo fantoche do Afeganistão aceita mais conviver com a Blackwater – empresa de mercenários com sede em Moyock na Carolina do Norte, Estados Unidos. Hamid Karzai acaba de tomar a decisão de proibir a atuação da empresa em seu território No Brasil, o general-de-brigada da reserva, Durval Antunes de Andrade Nery, denunciou a presença da Blackwater em reservas na Amazônia e em plataformas de petróleo na costa do país.
O general, que é coordenador do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos da Escola Superior de Guerra, afirmou que “membros fortemente armados da Blackwater já atuam em reservas indígenas brasileiras contando com bases fluviais bem equipadas”.
Em matéria publicada pelo jornal carioca “O Dia”, o general Nery revelou a existência de agentes da Blackwater em 15 plataformas de petróleo administradas pela Halliburton na costa brasileira. “Faço um desafio: vamos pegar um barco e tentar subir numa plataforma. Garanto que vamos encontrar os homens da Halliburton armados até os dentes e que não vão deixar a gente subir”, advertiu o general.
O militar confirmou como é a relação da Halliburton com a Agência Nacional de Petróleo: “Esta empresa (Halliburton) está envolvida com o apoio logístico em todo o mundo no que diz respeito ao petróleo, principalmente no Iraque. A Halliburton é uma empresa que hoje, no Brasil, mantém um de seus (ex) diretores como diretor da ANP (Nelson Narciso Filho). Esse homem tem acesso a dados secretos das jazidas de petróleo no Brasil”. A Blackwater recentemente criou uma nova empresa, a Xe Services and US Training Center. Ela mudou de nome para continuar fazendo todo o serviço “sujo” que os militares não podem fazer. Um exemplo de sua ação no Iraque foi a preparação de atentados para provocar a violência entre xiitas e sunitas.
A Halliburton teve como presidente Dick Cheney, ex-vice de George Bush, e se tornou notória pela rapinagem que promove no Iraque e pelos escândalos com dinheiro público nos EUA.

Sobre a Amazônia, Nery reproduziu ao jornal o relato feito por um militar da ativa na região: “Um coronel que comandava batalhão na região da (reserva indígena) Yanomami contou que estava fazendo patrulha, em um barco inflável com quatro homens, em um igarapé, quando avistou um sujeito armado com fuzil. Um tenente disse: ‘Tem mais um cara ali’. Eram cinco homens armados. O tenente advertiu: ‘coronel, é uma emboscada. Vamos retrair.’ Retraíram.
Nery perguntou ao coronel o que ele tinha feito: “Ele disse: ‘general, tive que ir ao distrito, pedir à juíza autorização para ir lá.’ Falei: ‘Meu caro, você, comandante de um batalhão no meio da Amazônia, perto da fronteira, responsável por nossa segurança, só pode entrar na área se a juíza autorizar? Ele respondeu: ‘É. Foi isso que o governo passado (Fernando Henrique) deixou para nós. Não podemos fazer nada em área indígena sem autorização da Justiça”.

“O coronel contou que pegou a autorização e voltou. Levou três horas para chegar ao igarapé, onde não tinha mais ninguém. Continuou em direção à fronteira. De repente, encontrou ancoradouro, com um cara loiro, de olhos azuis, fuzil nas costas, o esperando. Olhou para o lado: 10 lanchas e quatro aviões-anfíbio, no meio na selva. ‘Na sua área?’, perguntei. ‘É’, respondeu. Ele contou que abordou o homem: ‘Quem é você?”. Como resposta ouviu: ‘Sou oficial das forças especiais dos Estados Unidos da América do Norte’”.
Fonte: Jornal do Povo.

Por: Bruno Toscano

O FIO DA MEADA X “CABEÇA DO CACHORRO” - A FALSA RESERVA INDÍGENA

O FIO DA MEADA X
“CABEÇA DO CACHORRO” - A FALSA RESERVA INDÍGENA

O FIO DA MEADA X
“CABEÇA DO CACHORRO” - A FALSA RESERVA INDÍGENA

“Índios terão reserva do tamanho de Cuba”.

A reserva foi demarcada com a ajuda do G7, o grupo dos sete países mais ricos, eles DOARAM dinheiro para isto. A nova área, com 10,6 milhões de hectares, foi homologada pelo presidente Fernando Henrique na semana passada.
(Folha de São Paulo 25/4/98 - Abnor Gondin - Brasília)

“Quarta 27 - O presidente FHC recebe em Brasília o Secretário de Defesa dos estados Unidos, William Cohen. Ele também vai conversar com autoridades militares sobre a criação de um MINISTÉRIO DE DEFESA NO BRASIL”
(Revista “ÉPOCA” nº 1 - 25/5/98)


O poder colonial, que retalhou a África, desprezando etnias, que derrubou o muro de Berlim, sem disparar um tiro e pulverizou a URSS, pretende desagregar o território Brasileiro, para dominar e explorar as reservas de minérios estratégicos, localizadas na Amazônia (Nióbio, Terras Raras e etc). A Região acima do Rio Solimões corre risco real. Ignorar o problema é agravá-lo!!!


Já foram feitos os primeiros movimentos que indicam o objetivo do inimigo, com a criação da chamada Reserva Ianomami, que a pirataria internacional chama de “Nação Indígena”. Em continuidade, cumprindo missão determinada pelo inimigo externo, segundo o noticiário copiado acima, o Governo cedeu mais uma base de operações para os “guerreiros verdes”, que estão posicionados em nossas fronteiras. É de se notar que a região conhecida por “Cabeça do Cachorro” é riquíssima em minérios estratégicos.



O mapa, reproduzido em anexo, demonstra que o objetivo do Controlador Externo, a partir de Londres é apoderar-se da região Fronteiriça à Venezuela, se possível do Rio Solimões para cima. A “pinça está completa”, de um lado a “Cabeça do Cachorro”, do outro a “Reserva Ianomami”, no meio o território da Venezuela, que lhes dá livre trânsito. Em razão disso, o G7, gentilmente, gastou US$ 600.000,00 (seiscentos mil dólares) para financiar a “demarcação” da falsa reserva indígena, que segundo eles, abrigará 30.000 índios. 

A população indígena verdadeira, com certeza, é bem inferior ao divulgado, como no caso dos Ianomamis, que são poucos indivíduos e de etnias diferentes. Nem o Brasil precisa de US$ 600.000,00 do G7 e nem os poucos índios que, porventura, estejam na região, precisam de tanto território! 


O objetivo do inimigo está claro: criar falsas nações indígenas, que justifiquem sua intervenção militar na Amazônia. Esse objetivo tornou-se prioritário porque os países do G-7, que se beneficiavam, há anos, com o contrabando de minérios, a partir de Araxá e Catalão, teve os seus objetivos fragilizados por denúncias e precisa posicionar-se na região Amazônica, para garantir o abastecimento e a formação de reservas estratégicas de minérios, que não possuem em seus respectivos territórios. 

Além disso, na conservação desses perversos objetivos, cumpre manter a Nação brasileira na miséria do subdesenvolvimento. Infelizmente, riquezas minerais, pobreza e violência são companheiros constantes. O Continente Africano é exemplo disso.

A cronologia dos fatos, abaixo elencados, demonstra o risco real de perda de parte do território nacional, conquistado, a duras penas, pelos Bandeirantes, ao “Tratado de Tordesilhas”:

a) Denúncia de contrabando de Nióbio (Araxá e Catalão) - Ocidental Petroleum e Anglo American (Rothschild);
b) Tentativa de leilão de privatização da mina de Nióbio do Pico da Neblina, a 70 km da Venezuela, cancelada por denúncias;
c) Fogo em Roraima, que ensejou tentativa de intervenção na região, rechaçada pelo Exército Brasileiro, que recebeu duras críticas da mídia, claramente comprometida com os inimigos do Brasil;
d) Ameaça de intervenção militar americana na Amazônia, feita pelo general americano Patrick Hughes, em discurso proferido no MIT, dia 9/4/98, o qual elencou como “motivos”, eventuais danos à ecologia da Amazônia e carência de matérias-primas;
e) Homologação da falsa Reserva Indígena da Região da Cabeça do Cachorro pela Presidência da República;
f) Willian Cohen, Secretário da Defesa do governo americano, visita o Presidente da República dia 27/5/98 e conversa com autoridades militares sobre a criação do Ministério da Defesa.

Assim como o gado no pasto não sabe que tem dono, os brasileiros acreditam, que o mundo não é de ninguém, e que a selva é barreira suficiente para impedir a ocupação da Amazônia. Ora, se a URSS se esfacelou, apesar de seu poderio atômico, no momento, nada impede que o mesmo ocorra com o Brasil. O processo está em implantação. O inimigo externo, apoiado por agentes internos, está apenas criando condições que justifiquem, perante a opinião pública internacional, sua intervenção militar na Amazônia. Enquanto apoia ONGs, supostamente ecológicas, e tenta fragilizar nossas Forças Armadas com a criação do chamado “Ministério da Defesa” e com restrições orçamentárias , segue cabalando o apoio de governantes, que não têm compromisso com a nacionalidade e, menos ainda, com o patriotismo.


Diariamente, nosso território é invadido por aviões cargueiros do inimigo, que se abastecem de nióbio e outros minérios, ignorando nossa Soberania. Potências estrangeiras precisam controlar as reservas de minérios estratégicos da Amazônia (Nióbio - Terras Raras). É uma questão de segurança interna para eles, porque sua indústria aeroespacial depende desses minérios, que só o Brasil possui. Portanto, somente a imediata ocupação da região por nossas Forças Armadas poderá abortar a invasão estrangeira e a perda da Soberania.


A falsa Reserva Indígena da Cabeça do Cachorro fragiliza a defesa da região, fornecendo ao inimigo mais uma possibilidade de desculpa para invadir a Amazônia. Como a conjuntura do momento impossibilita a rápida militarização da Região em níveis adequados, é imperioso que se impeça, imediatamente, a criação dessa falsa Reserva.

O inimigo esperava agir nas sombras para criar uma situação irreversível. Desmascarado, age com açodamento, porque o tempo para concretizar seus objetivos hegemônicos está exaurindo-se rapidamente.
De nosso lado, o tempo para estabelecermos uma defesa adequada da Amazônia também é exíguo, impondo-se a tomada de medidas enérgicas e imediatas, porque a inércia acarretará a perda do território.
“O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!”


São Paulo, 26 de maio de 1998
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente


OBS.: O processo para a fragmentação do território brasileiro continua em andamento, com a colaboração dos Governos da “Nova República”. O governo do PT, meses antes de ser desmascarado por escândalos de corrupção, inclusive por mineradoras e países estrangeiros, demarcou a Reserva “Indígena” Raposa Serra do Sol em Roraima, atendendo determinações do Controlador da City de Londres.







São Paulo, 12 de setembro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente

O FIO DA MEADA IX “ACRE - OBJETIVO INTERNACIONAL


O FIO DA MEADA IX
“ACRE OBJETIVO INTERNACIONAL”


“Para ter êxito, qualquer iniciativa militar exige não só a capacidade de vencer, mas a legitimidade política. E isso requer aliados.”
(Willian Perry, Sec. Defesa EUA 1994 a 1997) (O ESP 06/08/97).

“Convidada pelo presidente americano Bill Clinton para uma recepção no Itamaratí a Senadora Marina Silva recebeu atenção especial do visitante. Mesmo sem poder comer (alergia), ofereceu ao presidente americano o mais detalhado relato sobre os programas de desenvolvimento auto-sustentado na Floresta Amazônica.”
(OESP 10/12/97).

A afirmação do Secretário da Defesa dos Estados Unidos, hoje professor na Universidade Stanford, explica o prestígio e a atenção internacional da Senadora Marina Silva (PT-Acre), totalmente desproporcionais ao espaço político que ela ocupa no Brasil.
Foi apresentada na última conferência de Davos na Suíça (reúne o poder mundial) como um dos grandes líderes mundiais nos próximos dez anos. Certamente não será com o colégio eleitoral do Acre, que assumirá essa liderança!

O imotivado prestígio internacional da Senadora do Acre, assim como o do falecido Chico Mendes, tem como fonte o interesse dos EUA e da City de Londres na Amazônia. É a busca de aliados e legitimidade política para uma eventual intervenção militar na Região. Apoiar minorias, supostamente injustiçadas, e explorar diferenças regionais é um meio de se obter “legitimidade política” e apoio da opinião pública mundial. Dividir para dominar já era instrumento dos antigos romanos para dominar os povos.

De fato, esse país já concentra tropas nas fronteiras amazônicas do Brasil, a pretexto de combater o narcotráfico. Além disso, os EUA e vários países Europeus apoiam política e economicamente ONGS que, supostamente, defendem a ecologia, seringueiros e “nações indígenas”, para tentar neutralizar qualquer iniciativa desenvolvimentista na região. A cotação dos minérios na bolsa de London é controlada através da criação e ampliação de falsas reservas indígenas e parques “ecológicos”.

Outro exemplo dessa “política” subversiva do capital internacional é o ocorrido com o governador do Acre . Há cerca de dois anos, Orleir Carmeli, teve apreendido um avião Boeing de sua propriedade, supostamente, carregado com contrabando. Foi perseguido pela Receita Federal e pela Procuradoria Geral da República, que ameaçava processa-lo, falou-se até em “impeachment”. Tudo isso, porque pretendia construir uma rodovia para o Pacífico através do Peru, com financiamento Peruano, que a imprensa acusou ser do narcotráfico.

A pressão foi tão grande, que o projeto da estrada para o Pacífico foi abandonado, e o Governador voltou a ter paz e ganhou projeção política, a ponto de filiar-se no PFL com festas. Recentemente, envolveu-se na questão da compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique, mas o escândalo foi abafado.
Tudo isso tem a mesma explicação. O capital internacional, representado, militarmente na região, pelos EUA, não quer que a Amazônia se desenvolva, porque conta com seus recursos, planejando, inclusive, uma intervenção militar, se os seus objetivos forem contrariados. Financistas internacionais ingleses e americanos pretendem controlar os recursos minerais da Amazônia, por isso convulsionam o Brasil, apoiando a guerrilha do MST, a criação de “Nações indígenas” e a ação de ONGS.

É a reedição mais perversa do “Tratado de Tordesilhas”!


Intervir em região inóspita, com baixa densidade populacional, é mais fácil, por isso os piratas internacionais precisam evitar, a todo custo, que a Região Amazônica se desenvolva. Para colaborar, ainda mais, com o projeto de internacionalização da Amazônia, o governo FHC sepultou a colonização, ao separar o INCRA do Ministério da Agricultura. Antes, o nome do ministério era: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DA COLONIZAÇÃO E DA REFORMA AGRÁRIA, agora o governo eliminou a colonização de seus objetivos.


Outra trama, que conta com a colaboração do governo, é a proposta de financiamento internacional da “preservação ambiental“ da Amazônia. Os países que “colaborarem” com esse “Cavalo de Tróia”, certamente terão o direito de opinar sobre o destino da região, comprometendo sua soberania. Os EUA não assinaram o protocolo de Kyoto em defesa de sua soberania. Esse é o exemplo a ser seguido.

Um corredor de exportação brasileiro, através do Peru, desenvolveria toda a Região Amazônica, além de baratear, para o mercado asiático, a soja brasileira produzida em Mato Grosso e Rondônia, que hoje viaja 4.000 km pela Amazônia para chegar ao Atlântico, quando poderia viajar 9.000 km diretamente para a Ásia, acabando com a “soja turismo” na nossa pauta de exportações.

O fato gerador do progresso é o lucro, cuja expectativa colonizou o Oeste Americano e, até o Alasca. A única forma de se impedir a intervenção militar americana na Amazônia, a serviço da pirataria internacional, é através do seu povoamento e conseqüente desenvolvimento econômico. A forma mais rápida para concretizar esse objetivo é a instalação do corredor de exportação pelo Peru, com o apoio do Japão, que não se negaria a financiar estradas ou ferrovias para esse fim.

A complacência do Governo FHC com o capital internacional compromete o futuro e a integridade territorial do Brasil, colocando em risco a segurança nacional!

São Paulo, 29 de dezembro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente
 

OBS.: Após os atentados terroristas aos Estados Unidos, em 11 de Setembro de 2001, ficou evidente, que a guerra ao terrorismo requer alianças soberanas e que a segurança das Américas está em perigo, realidade, que impõe a união de esforços entre os dois grandes países americanos, contra o inimigo comum.

São Paulo, 12 de outubro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

A FACE OCULTA DA GUERRILHA

Guerrilha A face oculta da guerrilha no Brasil.
Acusados de traição militantes políticos acabavam assassinados pelos próprios companheiros de partido. Chamados "justiçamentos" Execuções determinadas em julgamentos sumários sem direito a defesa... 

Depois foram os militares os bandidos da história, e os mocinhos do PT são santos, né???

Por: Bruno Toscano
 

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Lewandowski o vampiro do mensalão !@!


Quarta-feira 22 de agosto de 2012 , o ministro revisor, Ricardo Lewandowski, vai votar sobre os pontos já tratados pelo relator:
Confira a matéria abaixo.







"Relator do mensalão pede condenação de ex-diretor do BB
Joaquim Barbosa votou pela condenação de He
nrique Pizzolato pelos crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele também pediu a condenação de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach.



No julgamento do mensalão, o relator do processo do mensalão afirmou que há provas de desvio de dinheiro público. O ministro Joaquim Barbosa pediu a condenação de quatro réus.

Ele concluiu que dinheiro público foi usado para abastecer o esquema do mensalão. Dinheiro, segundo o ministro, desviado do Banco do Brasil. E por isso pediu a condenação de Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do banco, de Marcos Valério e dois sócios dele.

O ministro Joaquim Barbosa relatou como o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzilato, teria participado do suposto esquema do mensalão e o envolvimento dele com Marcos Valério e seus sócios no desvio de recursos.

O voto de Joaquim Barbosa foi pela condenação de Henrique Pizzolato pelos crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele também pediu a condenação de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach por peculato e corrupção ativa.
O relator diz que houve desvio de $ 2,9 milhões no contrato de publicidade entre o Banco do Brasil e a DNA propaganda, de Marcos Valério. Ele entendeu que Pizzolato foi omisso na fiscalização.

“A apropriação de recursos públicos pela DNA propaganda, no curso da execução do contrato com o banco, foi perpetrada por omissão do então diretor de marketing, agora réu, Henrique Pizzolato”, afirmou Joaquim Barbosa.
Depois, o relator analisou os contratos entre a DNA e o fundo Visanet. Para Joaquim Barbosa, partiu de Pizzolato a autorização do repasse de R$ 73 milhões à DNA sem a execução dos serviços contratados.

O ministro também contestou a tese da defesa de Pizzolato de que o fundo administra só recursos privados. Argumentou que o maior acionista do Visanet sempre foi o Banco do Brasil, uma empresa pública.

Segundo o relator, o dinheiro desviado do Banco do Brasil teria sido usado para o pagamento de pessoas indicadas pelo ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares.

“Ficou evidenciado que os depósitos foram utilizados para, mediante mecanismo de lavagem de dinheiro, realizar a distribuição de recursos aos próprios acusados, Valério, Cristiano e Ramon, e a parlamentares indicados por Delúbio Soares”, disse o ministro.

Marcos Valério e seus sócios ajudaram no desvio de recursos e na lavagem de dinheiro.
“Está assim comprovada a colaboração criminosa entre os acusados Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach”, afirmou.

O relator ainda citou os R$ 326 mil que Pizzolato recebeu em dinheiro vivo da DNA propaganda e pediu a absolvição do ex-ministro Luiz Gushiken por falta de provas.

Alguns advogados de defesa voltaram a questionar a forma como o tribunal decidiu julgar – por itens e em várias rodadas de votação. Criticaram também a definição das penas só no final, depois que os ministros decidirem pela condenação ou absolvição dos réus.
O presidente do Supremo disse que esse formato já foi usado em outros julgamentos. E o ministro relator explicou que a divisão do voto por crimes e grupos facilita o entendimento.

“Se eu tivesse que ler 1,2 mil páginas, depois o eminente revisor ler mais 1,3 páginas, ao final ninguém se lembraria de absolutamente nada”, afirmou.

Na próxima sessão, na quarta-feira (22), o ministro revisor, Ricardo Lewandowski, vai votar sobre os pontos já tratados pelo relator: o suposto desvio de recursos públicos nos contratos das agências de Marcos Valério com a Câmara dos Deputados e com o Banco do Brasil. Em seguida, votam os outros nove ministros."
Edição do dia 21/08/2012
21/08/2012 09h37 - Atualizado em 21/08/2012 09h37 - Bom dia Brasil


O relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, e o revisor do processo, Ricardo Lewandowski(e), chegam ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para mais uma tarde do julgamento do processo do mensalão.
Esta foto que ilustra matéria no site da revista Veja é do fotógrafo André Dusek, da Agência Estado, num flagrante por demais interessante. Com a toga mais parecendo uma capa preta de filme de vampiro, Lewandowski parece pronto a atacar Joaquim Barbosa...hehe...
Pelo fato dos dois ministros costumarem dialogar rispidamente durante os debates em plenário, esta é a foto do dia, principalmente porque Joaquim Barbosa pediu a condenação de mais um réu graúdo do mensalão.

Assinado
Marcello Reis
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terça-feira, 21 de agosto de 2012

O que é corrupção ideologicamente justificada? "Porque sou do bem, roubo" PTralhas !@!


Na mira do bem !@!




O que é corrupção ideologicamente justificada? "Porque sou do bem, roubo"


"A Anvisa é uma das agências fascistas que querem controlar nossas vidas nos mínimos detalhes, com sua proposta de exigir receita médica para comprar remédios tarja vermelha. É uma das pragas contemporâneas.



Não acredito na boa vontade nem na ciência desses tecnocratas da Anvisa. Acho que eles se masturbam à noite sonhando como vão controlar a vida dos outros em nome da saúde pública. Não acredito em motivações ideológicas para nada, apenas em taras sexuais escondidas. Freud na veia...



Dou mais dois exemplos desse tipo de praga: proibir publicidade para crianças e cotas de 50% nas universidade federais para índios, negros e pobres (alguma pequena porcentagem neste último caso vá lá).



Nós, contribuintes, não podemos nos defender dessa lei das cotas. Essa lei rouba nosso dinheiro na medida em que somos nós que pagamos pelas universidades federais.



Até quando vamos aceitar esta ditadura "light" que "bate nossa carteira" dizendo que é em nome da justiça social? "Justiça social" é uma das assinaturas do fascismo em nossa época.



O fascismo não morreu, e um dos maiores desserviços que minha classe intelectual presta à sociedade é deixar que as pessoas pensem que o fascismo morreu. Aldous Huxley ("Admirável Mundo Novo"), George Orwell ("1984") e Ayn Rand ("A Revolta de Atlas") deveriam ser adotados em todas as escolas para ensinar o que os professores não ensinam e deveriam ensinar: que o fascismo não morreu.



O fascismo é a marca de tecnocratas e políticos que querem governar a vida achando que somos idiotas incapazes de decidir e que usam nosso dinheiro para esconder suas incompetências e sustentar suas ideologias "do bem". Querem nos tornar idiotas e pobres, para depois "tomar conta de nós".



O governo brasileiro, que flerta com o fascismo, engana as pessoas se concentrando em temas da "igualdade" e "saúde pública". A proposta de cotas nas universidades federais, além de populismo sem-vergonha, maquia a incompetência imoral do governo em retribuir à sociedade o que arrecada monstruosamente em impostos. A máquina de arrecadação de impostos no Brasil faz do governo sócio parasita de todo mundo que trabalha.



Em vez de investir dinheiro na educação básica, sua obrigação, o governo usa o dinheiro público em aventuras como o mensalão, se escondendo atrás de medidas (cotas nas universidades, controles da Anvisa, proibição de publicidade para crianças) que não arranham a corrupção ideologicamente justificada inventada pelo PT, mas que têm grande apelo publicitário.



O que é corrupção ideologicamente justificada? Você se lembra do "rouba, mas faz"? O PT diz "porque sou do bem, posso roubar". Essas leis não atrapalham a corrupção porque não disputam dinheiro com a corrupção. O pior é que, como parte do corpo de professores e funcionários das universidades federais é também fascista, acha isso tudo lindo.



Quanto à proibição da publicidade infantil, todo mundo sabe que só a família e a escola podem fazer alguma coisa para educar crianças. Todo mundo sabe que é difícil educar, ocupar e conviver dizendo "não" para as crianças. Todo mundo sabe que, quanto menos a mãe está em casa e quanto mais ela é só e menos tempo tem para criança, mais a criança come porcaria.



E quanto mais isso tudo acontece, mais se precisa de escola pública competente para preencher o vazio de famílias que não cumprem sua função, ainda que nunca seja a mesma coisa. Mas escola pública atrapalha a corrupção porque gasta o dinheiro da "mesada do bem". Mais barato para o governo é brincar de proibir a publicidade infantil.



Os mesmos que gozam pensando em mandar na vida dos outros são os que mentem quando não dizem que as crianças comem porcaria porque ficam largadas em casa sem mãe para tomar conta delas (e sem boas escolas). Não precisa ser gênio para saber que, sem mãe atenta, nada funciona na vida das crianças.



Os mesmos que cospem na cara da família como instituição, estimulam as mulheres a pensarem só em si mesmas e acusam a família de ser autoritária são os que pedem a proibição da publicidade infantil."
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LUIZ FELIPE PONDÉ


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Assinado
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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

PT quer pôr seus tanques para cercar o STF. É o AI-13!!







PT quer pôr seus tanques para cercar o STF. É o AI-13!!! Dizem que ministros precisam ser vigiados para não cometer atentados à democracia. E querem usar os advogados como massa de manobra de proposta fascistoide


Não lhes basta aparelhar a justiça! É pouco!
Não lhes basta tentar desmoralizar ministros independentes do Supremo. É pouco!
Não lhes basta transformar em réu o procurador-geral da Repúb
lica. É pouco!
Não lhes basta ter a seu serviço o JEG, fartamente financiado por estatais e por administrações petistas (incluindo a federal), para fazer circular injúrias, calúnias e difamações contra adversários. É pouco!
Não lhes basta ter uma CPI que investiga adversários e protege amigos e aliados. É pouco!

Agora os petistas pretendem, ainda que de uma forma oblíqua, cercar o prédio do STF com os tanques da desqualificação, do ataque gratuito, da intimidação.

Um tal “Departamento Jurídico” do PT decidiu fazer o que, até ontem, parecia impensável. Quer que a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) crie uma comissão para acompanhar o julgamento do mensalão para impedir que os ministros — sim, aqueles do Supremo (8 de 11 nomeados por petistas) — “cometam atentados à democracia”. Trata-se de um absoluto despropósito!

O pretexto é corporativo, mas é evidente que a intenção é provocar uma reação da categoria contra o ministro Joaquim Barbosa, relator do processo do mensalão. Com efeito, acho que o ministro exagerou ao pedir que o STF cobrasse da OAB providências contra três advogados que arguiram a sua suspeição, acusando-o de parcialidade. Tanto exagerou que a proposta foi derrotada por 10 votos a 1. Tanto os advogados tinham o direito de dizer o que disseram como tem o ministro o direito de não gostar. Se isso resultará em providências legais, aí é outra história. Outros e um não foram bem-sucedidos em seus respectivos intentos, certo? Cadê “o atentado à democracia”???

A verdade, obviamente, está em outro lugar. Os ditos “advogados do PT” — e Rui Falcão vai dizer que não tem nada com isso, que é coisa do Departamento Jurídico do partido — estão descontentes é com o voto de Joaquim Barbosa, que consideram um “traidor” (falo em outro post como o seu antigo herói virou agora um vilão). Quem lidera a turma é um tal Marco Aurélio de Carvalho.

Esse rapaz tem problemas com o estado democrático e de direito. Há dias, ele anunciou a disposição de estudar medidas jurídicas para, ACREDITEM!, impedir o jornalismo (que os pterodáctilos chamam “mídia”) de usar a palavra “mensalão”. Ele também quer — mobilizado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) — que o Ministério Público Federal retire do ar uma página do órgão destinada a jovens e crianças que explica o processo do mensalão. Nota: a página existe já há alguns anos e sempre trouxe informações sobre as ações mais importantes da Procuradoria-Geral da República. Quando elas se referiam a coisas feitas por seus adversários, os petistas nunca se incomodaram e até aplaudiram.

O petista — e Joaquim Barbosa já foi um herói para eles — agora põe em dúvida, como se houvesse algo a ser feito, a capacidade de Barbosa de ocupar a Presidência do STF, cargo que ele assume em novembro, por dois anos. Diz Marco Aurélio (o do PT, não o do Supremo) à Folha: “Esse é um prenúncio de como será Joaquim Barbosa na presidência do STF e nos traz a compreensão de que ele ainda não se despiu do papel de procurador. Ele precisa vestir a toga de ministro do Supremo”. Huuummm…

“Vestir a toga”, entenda-se, significa não dizer coisas consideradas inconvenientes para o partido. Lula já tentou chantagear Gilmar Mendes; uma ação coordenada busca impedir o voto de Cezar Peluso; Luiz Marinho — prefeito de São Bernardo — já disse que Dias Toffoli “não tem o direito de não participar do julgamento”, evidenciando que ele não tem escolha; sugere que o outro não é dono nem do próprio voto. Como se diz no interior, “Toffoli se casa com quem quisé desde que seja com o Zé!!!”. Como seria um escândalo — não que seja impossível — contestar o conteúdo do voto do relator, os petistas buscam, então, uma saída corporativista, intentando jogar os advogados contra um ministro do Supremo. Até parece que os defensores todos foram apenas lhanos e respeitosos com o procurador-geral, por exemplo. Nada que a democracia não suporte, é bom deixar claro.

Também essa iniciativa, a exemplo das outras duas, revela uma concepção fascistoide de democracia — e, pois, democracia não é.

É claro que alguns responsáveis indiretos por tamanha ousadia autoritária estão dentro do próprio Supremo. E têm nome: Ricardo Lewandowski e Marco Aurélio de Mello. As intervenções desses dois têm servido de munição para que chicaneiros tratem o Supremo como tribunal de exceção. Algumas falas de Celso de Mello, lamento!, também não têm ajudado muito.

O Brasil não é a Venezuela (porque não deixamos, não porque eles não queriam). Na impossibilidade de milícias armadas constrangerem os órgãos do estado, busca-se a mobilização de milicianos virtuais para destroçar a reputação de desafetos. Posso entender os motivos. A parte inicial do voto do relator é, dizer o quê?, devastadora para os que pretendem sustentar que, afinal, nada de mau se fez no que ficou conhecido como “mensalão” (ver post específico a respeito).

É a transparência que está fazendo mal ao fígado dos petistas, aquela de que tanto eles diziam gostar quando estavam na oposição. Do tal Marco Aurélio (refiro-me àquele que é petista com carteirinha), não poderia esperar nada diferente. Afinal, esse rapaz quer tirar do ar uma página do Ministério Público Federal e impor censura à imprensa, impedindo-a de empregar a palavra “mensalão”. Por que ele não proporia, então, cercar o STF com os tanques da desqualificação? Reinaldo Azevedo

Esses PTralhas Corruptos Comunistas Terroristas, Assaltantes de Bancos, Assassinos, Vagabundos e Mentirosos tem que serem EXTERMINADOS da SOCIEDADE BRASILEIRA...

Assinado
Marcello Reis
Fundador Revoltados ON LINE
 

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O FIO DA MEADA VII - “CONTRABANDO DE MINÉRIOS”

O FIO DA MEADA VII
“CONTRABANDO DE MINÉRIOS”


FIO DA MEADA VII
“CONTRABANDO DE MINÉRIOS”

O Brasil e a África do Sul, inegavelmente, são países minerais. Os EUA nem tanto, mas administra, adequadamente, suas reservas, estabelecendo o que deve ou não ser extraído e por quem. Prefere, por exemplo, importar petróleo do que consumir suas reservas.

A produção mineral na África do Sul corresponde a 35% do Produto Interno Bruto.

A produção mineral nos EUA corresponde a 7% do PIB de 10 trilhões de dólares.

No Brasil, a produção mineral declarada pelo Governo Federal (DNPM), equivale a apenas 1% do Produto Interno Bruto.

Levando-se em consideração, que nosso território, conforme tabelas abaixo compiladas, referentes à Amazônia, é o detentor, quase exclusivo, de reservas de “terras raras” e outros minérios estratégicos, como o Nióbio, de fabuloso valor, dos quais são carentes todos os países do chamado “Primeiro Mundo”, conclui-se que a produção mineral brasileira está sendo quase toda “desviada” para o exterior (contrabando), sem que as autoridades competentes tomem qualquer providência. 



O assunto parece tabú, o governo não se manifesta e a imprensa silencia, ao que parece, orquestrada pelo poder oculto, que se locupleta à custa da miséria do povo brasileiro. Nenhum jornal ou caderno de economia destaca a matéria. A revista que publicou as tabelas, que ilustram esta análise, foi penalizada com o corte de publicidade pelo BNDES, presidido pelo economista - banqueiro Mendonça de Barros, antigo militante da “AP”, Ação Popular, organização guerrilheira de ideologia esquerdista que se opunha aos governos militares nacionalistas.

As tabelas que seguem, foram publicadas pela revista “Carta Capital”, no período que antecedeu a “doação” da Vale do Rio Doce, mas não chegou a “sensibilizar” as autoridades para a questão mineral brasileira.

QUESTÃO ESTRATÉGICA
(Carta Capital 19/03/97 pg.70/72)
Dependência da Importação de Minério de Países Industrializados
Minério União Européia EUA JAPÃO

Nióbio 100% 100% 100%
Cobalto 100% 98% 100%
Manganês 100% 98% 98%
Tântalo 100% 91% 100%
Cromo 100% 91% 98%
Platina 100% 91% 96%
Bauxita 97% 91% 100%
Níquel 100% 70% 100%
Estanho 87% 83% 98%
Amianto 84% 85% 98%
Antimônio 91% 51% 100%
Vanádio 100% 42% 100%
Tungstênio 99% 52% 85%
Zinco 91% 57% 74%
Mica 83% 100% 36%
Ferro 79% 36% 99%
Titânio 100% 0% 100%
Fosfato 99% 1% 100%
Molibdênio 0% 100% 99%
Cobre 90% 14% 94%
Chumbo 76% 13% 78%
Prata 58% 36% 57%
Bário 18% 47% 36%

MAIS DO QUE OURO
Patrimônio Mineral da Amazônia
(Carta Capital)
Minério Valor US$ % Toneladas
Argila 462.605.963 0,03 184.340.000
Alumínio 49.724.496.040 3,09 3.861.000.000
Caulim 58.107.124.000 3,61 949.250.000
Calcário 8.532.065.000 0,53 2.522.350.000
Cobre 22.354.448.000 1,39 9.341.600
Cromo 345.052.000 0,02 2.960.000
Estanho 8.460.000.000 0,53 2.860.500
Ferro 315.330.502.500 19,58 17.705.250.000
Fosfato 867.546.000 0,05 15.000.000
Diamante 79.200.000 0 0
Gipsita 1.975.565.066 0,12 533.280.000
Linito n/d n/d 35.500.000
Manganês 5.970.636.000 0,37 90.300.000
Nefelina e
Sienito 1.478.000.000 0,09 70.000.000
Nióbio 1.067.519.000.000 66,28 81.490.000
Níquel 18.080.550.000 1,12 1.693.000
Ouro 7.690.231.271 0,48 599
Petróleo 340.000.000 0,02 2.266.667
Potássio 24.007.126.000 1,49 335.300.000
Pirofilita 425.430.000 0,03 77.000.000
Silício Metálico 16.242.744 0 11 400.000
Salgema 5.145.493.000 0,32 475.320.000
Tungstênio 18.831.135 0 5.850
Turfa n/d n/d 70.000.000.000
Titânio 13.456.160.000 0,84 18.184.000
Zinco 136.740.000 0,01 86.000
Total 1.610.523.044.712 100 0 96.984.088.216




O Presidente FHC jamais toca no assunto da produção mineral, conformando-se com a insignificante produção oficial; seu Ministro de Minas e Energia é o mais silencioso e discreto de todos, nunca tendo se manifestado em proteção à produção mineral brasileira.
As informações do Governo Federal sobre a produção e exportação de minérios são contraditórias. Os dados fornecidos pelo “Departamento Nacional de Produção Mineral” - “DNPM”, confrontados com os do IBGE, da CPRM e da Secretaria do Comércio Exterior não se afinam, confirmando os graves e fortes indícios de contrabando (Fio da Meada V) e fraudes às exportações.


Para obter o apoio do PMDB de Goiás, para o seu projeto de reeleição, o Presidente FHC nomeou o político Iris Rezende para o Ministério da Justiça.

Iris Rezende, segundo informações de geólogos do “DNPM”, condicionou seu apoio ao Presidente FHC à nomeação de homem de sua confiança para a presidência do Departamento Nacional de Produção Mineral - “DNPM”. A imposição, estranha à pasta da Justiça, faz sentido, considerando-se que o Sr. Leonidas Rezende, irmão do Ministro Iris Rezende, é presidente da Mineração de Nióbio de Catalão, Goiás, empresa sul africana, de propriedade da “Cia Anglo American”, controlada pelo grupo Rothschild de Londres.

Fato inusitado, foi a presença do Sr. Olavo Drumond, Prefeito de Araxá (maior produtora de Nióbio do mundo) na recente recepção ao presidente americano, Sr. Bill Clinton. Mais estranho, ainda, foi o Presidente FHC apresentá-lo a Clinton como “o prefeito da cidade mais importante do Brasil”. O interessante é que Clinton afirmou: “Conheço muito Araxá”. Os jornais publicaram esse diálogo.
É forçoso admitir, que o poder político no Brasil emana dos seus minérios, ou, por outra, do contrabando da produção mineral.
Segundo experientes geólogos, que já gerenciaram departamentos da CPRM, seria até modesto, estabelecer a produção mineral brasileira em 25% do PIB de R$ 800 bilhões de reais.

Conclui-se, que o contrabando de minérios, sem providência protetora alguma do Governo Federal, é de cerca de 200 bilhões de reais por ano, grande parte pelas esteiras do próprio Porto de Tubarão.
Urge, que providências sejam tomadas contra esse poder maligno e seus testas de ferro, políticos e empresários, que mantém o povo brasileiro na miséria, em um país tão rico. Somente incorruptíveis patriotas poderão tomar, com isenção, as providências necessárias para manter a integridade do território nacional e impedir o desvio de seus recursos naturais.

São Paulo, 25 de novembro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
PRESIDENTE


OBS.: O dólar, à época desta matéria era cotado a 1 Real, portanto o contrabando é superior a US$ 200 bilhões por ano.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

O FIO DA MEADA VI - A DESTRUIÇÃO DAS CLASSES PRODUTORAS E DESABASTECIMENTO

O FIO DA MEADA VI
“DESTRUIÇÃO DAS CLASSES PRODUTORAS E DESABASTECIMENTO”


O FIO DA MEADA VI
“DESTRUIÇÃO DAS CLASSES PRODUTORAS E DESABASTECIMENTO”
“O BRASIL VAI IMPORTAR US$ 3 BILHÕES EM GRÃOS NO PRÓXIMO ANO”
“Safra de 98 deverá ser insuficiente”
(Folha de São Paulo 04/11/97 pg. 5-8)

“O Brasil vai importar US$ 3 bilhões em grãos no próximo ano. Estagnada desde 96, a safra brasileira não atenderá a demanda de grãos, principalmente trigo, arroz e milho.

No começo da década a Argentina colhia 30 milhões de ton. Em 98, deverá colher 50 milhões de ton.
Aqui a área plantada caiu de 42 milhões de ha, em 89, para 36 milhões de ha. hoje.
A abertura desenfreada do mercado levou o país, que já foi auto-suficiente em trigo, a importar em média, 5 milhões de ton. ano. Em 98 deve importar 6 milhões de ton., segundo o economista Fernando Homem de Melo, da USP.

A safra de algodão também despencou nos últimos anos. Agora é a vez do milho, que deve ter a menor área plantada dos últimos 12 anos no Brasil.”

“VESPEIRO GLOBAL”
(Joelmir Beting - Estado de São Paulo - 03/10/97 - pg. B2)

“A representante de comércio da Casa Branca, Charlene Barshufsky, deu nomes e números aos bois da deslealdade comercial. O Canadá, União Européia, Japão e Austrália. Em todos esses litígios, os nobres produtos da agropecuária. Mercado mais protegido (e subsidiado) do Primeiro Mundo.”

“CLINTON QUER RESTRINGIR A IMPORTAÇÃO DE ALIMENTOS”
(Estado 03/10/97 - pg. B11)
“O Brasil pode ser prejudicado pela iniciativa, que visa proteger produtores americanos de frutas através de barreiras fitosanitárias.” (No caso, o projeto frutícula do Vale do São Francisco será prejudicado.)”


“O CORDEIRO É SEMPRE O CULPADO”
(O Estado de São Paulo - 10/11/97 - pg. A3)

“Washington quer a queda das barreiras alheias, mas sustenta o próprio protecionismo.”

“CRISE NA AGRICULTURA CORTOU 3 MILHÕES DE EMPREGOS”
(Agência Estado - 25/10/97)

“O Setor Agrícola é o maior empregador do País, somente com as atividades dentro das fazendas, a agropecuária responde por 26% dos postos de trabalho. A perda de 8 milhões de hectares de terras entre 89 e 93 expulsou do meio rural cerca de 3 milhões de pessoas (dados da SEADE - Sistema Estadual de Análise de Dados).

A recuperação de 2 milhões de hectares ano de lavouras e o surgimento de fruticultura em 100 mil hectares por ano são metas viáveis que podem assegurar a criação de, pelo menos, 1 milhão de empregos por ano, diretos e indiretos.”

“PLANO SIGILOSO PREVÊ ASSENTAR 1 MILHÃO”
(Folha de São Paulo - 27/10/97)
“Meta da proposta é para 2002 e vai integrar a campanha para a reeleição de FHC. O Ministro Raul Jungmann (Política Fundiária) prepara proposta para assentar 1 milhão de famílias de trabalhadores até 2002 a um custo de R$ 16,2 bilhões.”

“Para se reeleger, FHC promete assentar 1 milhão”
(fls. 1-6 Folha de São Paulo - 27/10/97)

“GRANDE VITÓRIA DA GUERRILHA NO PARANÁ”
(O Estado de São Paulo 16/09/97 - pg. A3)

“A empresa agro-industrial ARAUPEL emprega 1,4 mil trabalhadores registrados e contrata outros mil terceirizados.

Emprega o dobro do número de famílias que reivindicam suas terras. A Araupel exporta US$ 32 milhões de produtos de madeira, produz com lavoura mecanizada US$ 5milhões em cereais e US$ 1 milhão em erva mate, respondendo por 52% do ICMS recolhido no Município de Quedas do Iguaçu. Mesmo assim, os líderes do MST consideram a empresa uma “aberração”. Até aí, nada de surpreendente, considerando a doutrinação maoista disseminada pelo MST e o fato de que esses líderes jamais terão ascendência sobre trabalhadores registrados. O caso “Araupel” não é isolado. É apenas um exemplo de algo que está ocorrendo no País.

É dos governos (Est. e Fed.) que se espera uma resposta. O que esses governos preferem? Empreendimentos privados que geram empregos, receita e divisas, ou assentamentos que absorvem o dinheiro público, em geral sem produzir praticamente nada, a não ser dividendos políticos, atraindo novos acampamentos num círculo interminável de pobreza, atraso e violência”.

Na análise datada de 15 de janeiro de 1997, no estudo crítico “O FIO DA MEADA” considerou-se o seguinte:

“Diante das agruras e perseguições a que são submetidos, os agropecuaristas, com certeza, deixarão de investir na atividade e breve veremos o maior país agrícola do mundo importando alimentos, à custa de endividamento.”

Infelizmente, em razão do despreparo ou má-fé do Governo FHC, as projeções negativas estão se concretizando. É bom marcar que o setor agrícola é sensível e dinâmico. As decisões erradas acarretam prejuízos em curto prazo (seis meses).

O noticiário compilado acima, informa o seguinte:

• O “Brasil vai importar US$ 3 bilhões em arroz, milho e trigo, no ano de 1998;
• que a agropecuária é o mercado mais protegido (subsidiado) do Primeiro Mundo; ao contrário do Brasil, onde Fernando Henrique quer destruir os empregadores com a reforma agrária;
• que o setor agrícola é o maior empregador do País, empregando 26% da força de trabalho no Brasil;
• que a crise agrícola cortou 3 milhões de empregos, em razão da perda de 8 milhões de hectares da área plantada desde 1989. Crise agravada por falta de política agrícola, custo de capital incompatível com a atividade e ataque aos agropecuaristas por parte do MST e do Governo, através do INCRA, autarquia usurpada da sociedade por elementos comprometidos com determinada ideologia (fracassada no leste europeu), que a utilizam com nítidos objetivos pessoais, e que transformaram um órgão público em “cartório de reforma agrária”, comprometendo a sua imparcialidade. Em razão disso, os chamados “laudos de produtividade” são falsificados por agrônomos que incentivam as invasões de fazendas, visivelmente, produtivas. 


O MST e o INCRA têm como alvo as fazendas de pecuária extensiva, cuja produção é estratégica por não concorrer na cadeia alimentar do homem. No Brasil produz-se proteína vermelha apenas com a luz do sol e com capim. Os capitais internacionais ligados ao Agro-business, pretendem que o Brasil confine gado para importar mais milho e outros grãos, criando um fabuloso mercado consumidor de 160 milhões de reses;
• que a solução é expandir a fronteira agrícola para criar empregos, e não a reforma agrária. 

O projeto frutícula do Vale do São Francisco, já está sendo combatido pelo governo americano, que criou medidas para dificultar a importação de frutas pelos EUA;
• que para se reeleger, FHC promete assentar 1 milhão de pessoas, ao custo de 16 bilhões (mentira, porque segundo a FAO, só o assentamento custa US$ 42.000 por lote, fora os custos dos imóveis);
• que a guerrilha maoista é vitoriosa no Paraná e em outras regiões, por culpa do Governador Jaime Lerner e do próprio Fernando Henrique Cardoso, que apoiam a guerrilha através do INCRA e do Ministro Jungmann (PPS), favorecendo o agrobusiness internacional (principalmente o americano), porque O INVASOR DE TERRAS É ELEMENTO DELETÉRIO AO PROCESSO PRODUTIVO NACIONAL.
• que a reforma agrária não produz nada, a não ser, dividendos políticos, desemprego, pobreza, atraso, violência e, principalmente, o DESABASTECIMENTO dos centros urbanos.
• que o Primeiro Mundo subsidia a agropecuária e que Clinton quer restringir a importação de alimentos, principalmente frutas, através de barreiras fitosanitárias, prejudicando a pauta de exportação de produtos agrícolas.

Da observação superficial do noticiário, depreende-se que o Governo Federal está provocando o desemprego no país e prejudicando a produção agropecuária, ao apoiar o MST e promover a reforma agrária, que é utópica e antieconômica, porque cria uma sociedade de pequenos patrões de si mesmos, que vivem do erário, ao invés de criar empregos. Fernando Henrique, com essa política antieconômica, que favorece a concorrência internacional, desestrutura a produção agropecuária, segmento econômico que exportou US$18 bilhões de dólares em 1997 e que emprega, diretamente, 26% da força de trabalho do Brasil.


A reforma agrária contraria os interesses do Brasil, entre outros motivos, porque o minifúndio inviabiliza o abastecimento, além de não criar empregos, desestruturar o sistema produtivo existente, inibir investimentos na agricultura e perenizar o assistencialismo. O papel sócio-econômico do campo é produzir alimentos para garantir o abastecimento, apreços compatíveis com o poder aquisitivo da sociedade. Esse papel estratégico só poderá ser cumprido com tecnologia e redução de custas de produção, nunca com multidões famélicas na enxada, como pretendem os pareceres da reforma agrária.

O demagógico e falso objetivo da reforma agrária vem inibindo os investimentos na agropecuária desde o governo Sarney, provocando o encolhimento da área cultivada em 25%, o desemprego de 3 milhões de trabalhadores rurais, e o consequente desabastecimento dos centros urbanos, que culminou com a necessidade de importar US$ 3 bilhões em arroz, milho e trigo. A lógica não explica a persistência do governo FHC em apoiar o desagregamento do sistema produtivo de alimentos no país, além de desestabilizar os outros setores da economia.

O Pontal do Paranapanema, antes região riquíssima está em violenta decadência em razão da guerrilha, do MST e da ameaça constante do INCRA e do ITESP desapropriarem fazendas, ilegalmente. A região tem solo arenoso, não se prestando para a agricultura, porque a aração constante provoca erosão e o consequente empobrecimento do solo, além de assorear a represa da Usina de Itaipú.

O Ministro Paulo Renato, companheiro de exílio de FHC no Chile, era abastecido de alimentos por seu irmão, fazendeiro no Rio Grande do Sul, que mensalmente ia ao Chile de caminhonete para levar-lhe comida. O Chile de Alliende vivia rigoroso racionamento de alimentos, em razão de desastrosa reforma agrária, promovida pelo governo marxista, que desabasteceu o país. Hoje, o Chile voltou a exportar alimentos, inclusive para o Brasil.

Fernando Henrique viveu isso, portanto, não pode ignorar o que está provocando!

Quem se beneficia da “ação” do Presidente da República são os exportadores de alimentos do Primeiro Mundo e os grupos financeiros, industriais e mineradoras internacionais, que elegeram o Brasil como “território de caça fácil”.

Desde que assumiu a Presidência da República, Fernando Henrique tudo vem fazendo para submeter a Nação aos interesses internacionais. Provocou o déficit na balança comercial, incentivando importações, ao mesmo tempo que aumentava a taxa de juros e mantinha a moeda artificialmente equiparada ao dólar, debilitando, com isso, as classes produtoras. “Queimou”, nessa “política”, mais de US$ 30 bilhões em reservas cambiais sólidas, oriundas de saldo comercial, substituindo-as por capital estrangeiro especulativo, atraído pelas altas taxas de juros e pelo valor, relativamente baixo, das cotações nas Bolsas de Valores e de Mercadorias.

Essa seqüência de “providências”, favoráveis ao capital estrangeiro, vulnerabilizou o Brasil aos ataques especulativos internacionais, no recente episódio da queda das cotações das Bolsas de Valores, a partir de Hong Kong.

Para simular resistência aos ataques internacionais à nossa economia, o Presidente FHC aumentou, ainda mais, os juros e os impostos, mas, sintomaticamente, manteve a isenção de impostos para remessas de lucros e capitais para o exterior.

Com essas medidas, claramente recessivas, FHC está dando o “tiro de misericórdia” nas empresas nacionais, agravando o desemprego e fulminando a economia brasileira.
Para “maquiar” o desemprego resultante, promete reforma agrária, semeando o caos no país, favorecendo, com isso os inimigos comerciais do país.

A indústria nacional foi vendida a grupos estrangeiros, o desemprego aumenta, a fronteira agrícola encolhe e o país importa US$ 3 bilhões em alimentos. Os próprios banqueiros estão vendendo seus negócios para instituições européias. A Companhia de Pesquisas de Recursos Minerais (CPRM) tenta vender a concessão da maior mina de Nióbio do Mundo, localizada no Parque Nacional do Pico da Neblina (que avaliou em 1 trilhão de dólares) por 600 mil reais, mesmo estando essa mina a 70 Km da fronteira com a Venezuela e, portanto, sujeita a ações militares estrangeiras; especialmente, se a concorrência for vencida por Mineradoras Multinacionais ou seus “testas de ferro”. É bom marcar, que a Venezuela hoje é o terceiro maior fornecedor de Petróleo para os Estados Unidos, país que não tem Nióbio, e mantém bases militares no Suriname. Além disso, o presidente Hugo Chaves abertamente defende os interesses da City de Londres e é o coordenador militar do foro de São Paulo, que congrega toda a narcoguerrilha da América Latina, fato que põe em risco a segurança das Américas.

ONDE ESTÁ O PROJETO BRASIL?

Está nítido que o Presidente da Republica, consciente ou inconscientemente, está trabalhando contra os interesses do Brasil, fato que consubstancia risco à segurança nacional.


São Paulo, 11 de novembro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente


OBS.: Os ataques terroristas aos Estados Unidos, ocorridos no dia 11 de setembro de 2001, evidenciaram os riscos para a Segurança das Américas e a necessidade de alianças soberanas para a maior eficácia na guerra ao terrorismo. A implantação do “Plano Colômbia”, americano, contra a narcoguerrilha e a guerra eficaz ao terrorismo nas Américas, necessitam, portanto, da aliança soberana dos EUA com o Brasil, porque a guerra ao terrorismo é de frente difusa, dependente de alianças regionais, com governos Nacionalistas autênticos.

São Paulo, 24 de novembro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente