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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Lewandowski o vampiro do mensalão !@!


Quarta-feira 22 de agosto de 2012 , o ministro revisor, Ricardo Lewandowski, vai votar sobre os pontos já tratados pelo relator:
Confira a matéria abaixo.







"Relator do mensalão pede condenação de ex-diretor do BB
Joaquim Barbosa votou pela condenação de He
nrique Pizzolato pelos crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele também pediu a condenação de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach.



No julgamento do mensalão, o relator do processo do mensalão afirmou que há provas de desvio de dinheiro público. O ministro Joaquim Barbosa pediu a condenação de quatro réus.

Ele concluiu que dinheiro público foi usado para abastecer o esquema do mensalão. Dinheiro, segundo o ministro, desviado do Banco do Brasil. E por isso pediu a condenação de Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do banco, de Marcos Valério e dois sócios dele.

O ministro Joaquim Barbosa relatou como o ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, Henrique Pizzilato, teria participado do suposto esquema do mensalão e o envolvimento dele com Marcos Valério e seus sócios no desvio de recursos.

O voto de Joaquim Barbosa foi pela condenação de Henrique Pizzolato pelos crimes de peculato, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Ele também pediu a condenação de Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach por peculato e corrupção ativa.
O relator diz que houve desvio de $ 2,9 milhões no contrato de publicidade entre o Banco do Brasil e a DNA propaganda, de Marcos Valério. Ele entendeu que Pizzolato foi omisso na fiscalização.

“A apropriação de recursos públicos pela DNA propaganda, no curso da execução do contrato com o banco, foi perpetrada por omissão do então diretor de marketing, agora réu, Henrique Pizzolato”, afirmou Joaquim Barbosa.
Depois, o relator analisou os contratos entre a DNA e o fundo Visanet. Para Joaquim Barbosa, partiu de Pizzolato a autorização do repasse de R$ 73 milhões à DNA sem a execução dos serviços contratados.

O ministro também contestou a tese da defesa de Pizzolato de que o fundo administra só recursos privados. Argumentou que o maior acionista do Visanet sempre foi o Banco do Brasil, uma empresa pública.

Segundo o relator, o dinheiro desviado do Banco do Brasil teria sido usado para o pagamento de pessoas indicadas pelo ex-tesoureiro do PT, Delúbio Soares.

“Ficou evidenciado que os depósitos foram utilizados para, mediante mecanismo de lavagem de dinheiro, realizar a distribuição de recursos aos próprios acusados, Valério, Cristiano e Ramon, e a parlamentares indicados por Delúbio Soares”, disse o ministro.

Marcos Valério e seus sócios ajudaram no desvio de recursos e na lavagem de dinheiro.
“Está assim comprovada a colaboração criminosa entre os acusados Marcos Valério, Cristiano Paz e Ramon Hollerbach”, afirmou.

O relator ainda citou os R$ 326 mil que Pizzolato recebeu em dinheiro vivo da DNA propaganda e pediu a absolvição do ex-ministro Luiz Gushiken por falta de provas.

Alguns advogados de defesa voltaram a questionar a forma como o tribunal decidiu julgar – por itens e em várias rodadas de votação. Criticaram também a definição das penas só no final, depois que os ministros decidirem pela condenação ou absolvição dos réus.
O presidente do Supremo disse que esse formato já foi usado em outros julgamentos. E o ministro relator explicou que a divisão do voto por crimes e grupos facilita o entendimento.

“Se eu tivesse que ler 1,2 mil páginas, depois o eminente revisor ler mais 1,3 páginas, ao final ninguém se lembraria de absolutamente nada”, afirmou.

Na próxima sessão, na quarta-feira (22), o ministro revisor, Ricardo Lewandowski, vai votar sobre os pontos já tratados pelo relator: o suposto desvio de recursos públicos nos contratos das agências de Marcos Valério com a Câmara dos Deputados e com o Banco do Brasil. Em seguida, votam os outros nove ministros."
Edição do dia 21/08/2012
21/08/2012 09h37 - Atualizado em 21/08/2012 09h37 - Bom dia Brasil


O relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, e o revisor do processo, Ricardo Lewandowski(e), chegam ao plenário do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, para mais uma tarde do julgamento do processo do mensalão.
Esta foto que ilustra matéria no site da revista Veja é do fotógrafo André Dusek, da Agência Estado, num flagrante por demais interessante. Com a toga mais parecendo uma capa preta de filme de vampiro, Lewandowski parece pronto a atacar Joaquim Barbosa...hehe...
Pelo fato dos dois ministros costumarem dialogar rispidamente durante os debates em plenário, esta é a foto do dia, principalmente porque Joaquim Barbosa pediu a condenação de mais um réu graúdo do mensalão.

Assinado
Marcello Reis
Fundador Revoltados ON LINE

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