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terça-feira, 29 de maio de 2012

Lula, Nelson Jobim PTralhas em AÇÃO CRIMINOSA !@!


O ministro do STF, Gilmar Mendes, disse na noite de ontem, em Manaus (AM), que decidiu revelar a conversa que teve com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva porque estava sendo alvo de informações 'plantadas' envolvendo sua relação com o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, sem partido-GO).

'O que me fez crescer a convicção de que havia algo de errado foi a informação que me veio de pessoas confiáveis de que essas informações estavam sendo plantadas, inclusive com a participação do (ex) presidente. Aí me preocupou', disse Mendes, que participou de evento realizado pela Escola Superior de Magistratura do Amazonas. Ele repetiu, conforme sua versão, que se sentiu constrangido com o fato de Lula insistir no tema CPI do Cachoeira e fazer menção ao encontro com o senador em Berlim.

'Eu estranhei. Não era a relação que nós tínhamos há tantos anos. E era algo atípico. O (Nelson) Jobim estava presente e neste momento complementou: 'O que ele tá querendo dizer é que o deputado Protógenes (Queiroz) pode estar querendo levá-lo à CPI'. E eu ainda ironizei: 'A essa altura, com o que tem aparecido sobre o deputado Protógenes, ele está é precisando de proteção na CPI''.


O ministro garantiu que teve 'relação estritamente profissional' com Demóstenes, 'Quanto aos seus malfeitos, eu não tenho parte nisso.' Ele disse que denunciou a conversa com Lula para evitar qualquer tipo de 'abuso'.
'Não pode fonte oficial, um parlamentar, um ex-presidente da República, um ministro da Justiça, veicular coisas falsas, isso não pode ocorrer', afirmou.
Gilmar Mendes

O ministro Gilmar Mendes, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou nesta-segunda-feira (28), que se reuniu com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no escritório do também ex-ministro do STF, Nelson Jobim, no dia 26 de abril, e que os três discutiram o julgamento do Mensalão. Segundo Gilmar Mendes, os três iniciaram a conversa tratando da reposição das vagas dos dois ministros do STF que se aposentam neste ano (Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto), falaram da chamada "PEC da Bengala" e, em seguida, Lula teria entrado no assunto do mensalão, defendendo que o julgamento não deveria ocorrer neste ano, porque não haveria "objetividade".

"Eu objetei e disse que não seria possível adiar o julgamento, dada a repercussão e a possibilidade de que dois colegas que participaram do recebimento da denúncia não mais participassem (do julgamento), pessoas bastante experientes e que me parece positivo que participassem", afirmou Mendes, que cumpria agenda em Manaus (AM).


Questionado se Lula teria oferecido uma "blindagem" em relação às investigações na CPMI do Cachoeira– em curso no Congresso –, Mendes afirmou que o assunto "não foi colocado dessa forma".

Segundo o ministro, durante a conversa Lula teria mencionado várias vezes o tema da CPMI do Cachoeira – em curso no Congresso – e o domínio que o governo tinha sobre a comissão. "Daí eu depreendi que ele estava inferindo que eu tinha algo a dever nessa matéria de CPMI e disse a ele, com toda a franqueza, que ele poderia estar com alguma informação confusa, pois eu não tenho nenhuma relação, a não ser de conhecimento detrabalho funcional, com o senador Demóstenes", disse Mendes.

Segundo o relato do ex-presidente do STF, Lula teria ficado assustado e perguntado: "Mas não tem? E essa viagem a Berlim?".

"Aí então eu esclareci a viagem, que era uma viagem que eu fizera a partir de uma atividade acadêmica que eu tivera na Universidade de Granada, encontrara com o senador (Demóstenes) em Praga – e isso tinha sido agendado previamente – e então nos deslocamos até Berlim, onde mora minha filha. E eu até brinquei. 'Eu vou um pouco até Berlim, como o senhor vai até São Bernardo'", disse Mendes.
O ministro afirmou ainda que ficou "perplexo" com o uso da informação da viagem a Berlim por Lula, no encontro. "Me pareceu absolutamente revelador de qualquer outra intenção sub-reptícia", comentou Mendes. (Diário do Comércio/Agência Estado, 29/5/12)

Ass.
Marcello Reis
Fundador Revoltados ON LINE

Marcello Reis

General Leônidas e Nelson Jobim no maior esquema já visto no Brasil !@!

O General Leônidas, que nos impôs o Sarney, pela força das armas, agora quer impor o Jobim, o homem que já vestiu todas as casacas da República.


As famílias dos dois milhões de assassinados, a grande obra da nova república, repudiam esse GOLPE








ACORDEM !!!

Assinado
Revoltados ON LINE