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sexta-feira, 27 de julho de 2012

JACOB ROTSCHILD ESPECULOU NO OURO EM 2011

RIT Capital Partners, a confiança de crescimento global que fornece o veículo de investimento para o senhor Jacob Rothschild, começou a tomar um lucro em suas explorações de ouro.
A confiança lançou resultados finais mostram um retorno total de 9,3% de sua carteira em comparação com o 5,2% para o índice MSCI World ao longo do período até o final de março de 2011.
Rothschild disse a investidores a confiança tem corrido o rali nos preços do ouro, mas agora de forma incremental vender para baixo. "Ativos reais ... foram um contributo importante para o desempenho com um retorno de cerca de 28% em nossa exposição média de 13% para essas estratégias.Recursos aplicados em petróleo e gás partes, bem como exposição ao ouro e à via futuros, foram as principais causas de retorno. Mais recentemente, temos feito algumas reduções de nossa exposição a essas áreas. "
Rothschild disse que os investidores devem reconhecer a possibilidade de que a liderança nos mercados globais, que foi ocupado pelos preços das commodities na última década, podem estar chegando ao fim. Ele citou pesquisa recente Jeremy Grantham de argumentar que a confiança deve se preparar para uma nova era onde a qualidade do crescimento experiência empresas retorna eclipsando commodities.
"Não é que eu acredito que uma consciência crescente da posição perigosa, que enfrenta muitos países, particularmente aqueles que no mundo desenvolvido. Apesar dessas preocupações, continuamos a aproveitar áreas que acreditamos são atraentes, mas vamos manter a cautela em termos de quantum de capital que nós alocamos ", disse Rothschild.
'Por exemplo, sua empresa tem beneficiado do aumento nos preços das commodities. No entanto, um estrategista notável EUA apontou que retorna mercadoria em relação ao retorno de capital são em alta de 200 anos em uma base 10 anos de funcionamento.
"Nós não estamos sozinhos em ter observado o nível atraente de avaliação de empresas de qualidade muitos, até agora ofuscado pela mercadoria e empresas cíclicas. Após uma década de liderança commodity, uma mudança para um novo regime é uma possibilidade. "
Rothschild também advertiu sobre a fragilidade da recuperação econômica dos EUA e defendeu que o crescimento europeu é provável retardar como programas de redução de déficit continuar.
"É provável que a retirada de estímulos fiscais e monetários que com certeza virão em breve terá um impacto sobre o crescimento global, de fato já existe evidência de algum abrandamento", disse ele.
A confiança está respondendo, mantendo uma loja de alta liquidez. Alguns 15,4% da confiança em investir em ativos de liquidez com 14,7% das ações individuais, 39,1% em fundos eo lembrete em private equity, renda fixa e ativos reais.
Adendo: De onde ele tirou tanto ouro para especular no mesmo? Alguém tem alguma dúvida de que foi do Brasil? Quem tiver dúvidas levante o mouse...
Por: Bruno Toscano

O FIO DA MEADA II. “ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”

O FIO DA MEADA II
“ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”


O FIO DA MEADA II
“ATAQUE ESTRANGEIRO AO SUBSOLO DO BRASIL”
“DESCOBERTA PODE RETARDAR VENDA DA VALE”
(OESP - 21-01-97)



“O governo não tem pressa em privatizar a Cia Vale do Rio Doce, segundo o presidente do Banco Nacional de Des-Econômico Luiz Carlos Mendonça de Barros.”

“GOVERNO EVITA COMENTAR MUDANÇAS NA VENDA DA VALE”
(OESP - 31-01-97)

“FH FAZ DEFESA DO MODELO ESCOLHIDO PARA VENDA”

FH, com o Ministro Raimundo Brito: “satisfação por estar cumprindo “o prometido”.

“PARA FH SOBERANIA NÃO CORRE RISCOS”
(OESP - 07-2-97)

“FH pede abertura para produtos brasileiros”
(O ESP 11/2/97)

“Boa notícia - Depois, em almoço com o primeiro ministro britânico, John Major, Fernando Henrique ouviu uma boa notícia do Vice-Presidente da Comissão Européia: Leon Brittan acredita, que dentro de 18 meses as questões agrícolas entre o Mercosul e a União Eurpéia serão postas em discussão.

“NÃO FUI EU QUEM PEDIU O PRAZO FOI ELE QUEM DEU” explicou o presidente depois do almoço.”                                        
                                                     (ALBERTO TAMER - O ESP 13/2/97)

“O vice presidente da Comissão Européia, Leon Brittan, acenou com o início de negociações entre União Européia e o Mercosul nos próximos 18 meses”. Parece que todo mundo ficou satisfeito com essa proposta no mínimo maliciosa. Decididamente não entendi o motivo, Brittan não prometeu absolutamente nada de novo!

Estamos em fevereiro de 1997 e ele acena com o início de conversações à partir de agosto de 1998. OU SEJA, NO PRAZO ACERTADO NO ACORDO DE MARRAKESH E NA REUNIÃO DE CINGAPURA, para começar as negociações, enquadrar a agricultura nas regras da OMC, acabar com os subsídios e reduzir as tarifas no ano 2000!!!”
PAUTA LONDRINA - (08-2-97 - OESP)

A programação de Fernando Henrique na Capital Inglesa
22:30 - Chegada a Londres amanhã -
11:30 - Chanceler da Colômbia segunda-feira
9:15 - Lord Lucas - representante da rainha
9:45 - reunião com John Major e outros chefes de Estado
10:10 - conferência de John Major e discurso de FHC
11:10 - encontro com John Major Dowing Street nº 10
12:00 - Tony Blair, líder do Partido Trabalhista
13:00 - almoço com chefes de Estado
15:00 - Paddy Ashdown - partido Liberal Democrático
16:00 - AUDIÊNCIA AO CHARMAIN DA RTZ MINERAÇÃO, ROBERT WILSON NA EMBAIXADA DO BRASIL
18:00 - partida para Roma

O noticiário, parcialmente compilado acima, demonstra que a viagem do Presidente à Europa não inovou nada. Seria até turística, porque o assunto levado já havia sido acertado no acordo de Marrakesh e na Reunião de Cingapura.

A “pauta londrina” do Presidente demonstra seu interesse em estar com o presidente da “RTZ Mineração”, última reunião presidencial do dia, para tratar da venda da Vale do Rio Doce.
O “minueto” da venda da empresa é preocupante, na medida em que se enfoca a questão estratégica. O Brasil mantendo a soberania na Vale, tem condição privilegiada para pressionar o mercado financeiro internacional, como restará demonstrado em seguida.

Sem querer, FHC tocou no problema, ao afirmar que a “soberania não corre riscos”. Corre sim. Principalmente, porque o principal grupo interessado, o Rothschild (RTZ MINERAÇÃO e outras empresas) objetiva manter o controle mundial sobre o preço dos metais, de forma mais direta, para não correr o risco de perder o poder de manipular as flutuações das cotações na Bolsa de Metais de Londres. A Vale do Rio Doce aumentando ou diminuindo a produção de minérios influenciaria diretamente as cotações da Bolsa de Metais, “usurpando” o “poder ROTHSCHILD”. É o controle político-econômico do mundo que está em jogo! O Brasil é “fiel da balança”, por ser o país das “commodities” agrícolas e minerais.

A breve descrição do perfil dos grupos envolvidos, que segue, dará clara idéia do desastre, que será a venda da Vale para os Rothschild e associados, ou a eventuais testas de ferro, nacionais ou estrangeiros.
Mayer Amschel Rothschild (BAUER 1743-1812), no século XVIII, foi Secretário de Finanças do Principado de Lichtenstein, iniciando a conhecida dinastia européia de financistas.

A família Rothschild ganhou fortuna com especulações financeiras nas bolsas de valores e de mercadorias da Europa. Os descendentes de Mayer dividiram-se em cinco ramos, para melhor desenvolver os seus negócios, o inglês, o francês, o austríaco o Berlinense e o de Nápoles.

Em razão de possuírem rede aperfeiçoada de informações, sempre controlaram as bolsas dos países onde operavam. Os Rothschild da Áustria encerraram atividades naquele país na segunda guerra mundial e emigraram. Os Rothschild da França foram para os Estados Unidos após a estatização de Miterrand. Os Rothschild da Inglaterra são banqueiros internacionais, foram credores do Império no Brasil, e sempre controlaram as bolsas de valores e de mercadorias onde se estabeleceram.

Foram os primeiros a saber que Napoleão havia perdido a guerra, divulgaram noticia inversa, compraram ações na baixa e quando a notícia verdadeira foi divulgada em Londres, tornaram-se insuperáveis, na “City” e no mundo. Em um único dia multiplicaram sua fortuna por 20 vezes.

Os Rotschild dominam o mercado financeiro internacional até hoje. Mais do que isso, manipulam as expectativas da Bolsa de Metais de Londres, vale dizer, controlam o preço dos metais no mundo, porque dominam a cadeia produtiva de minérios (mineração, transporte, transformação e comercialização). Além de dominar os mercados de commodities agrícolas, comerciais e industriais.

Com o esfacelamento da URSS enfrentaram problemas de oferta de metais no mercado, em razão da necessidade russa de moedas fortes, mas já superaram o impasse, possivelmente, com acordos de bastidores.

Buscando alianças para manter o seu poder, o Barão de Rothschild casou sua única filha, há cerca de 15 anos, com o filho de Anthenor Patiño, o rei do estanho, cujos dados e atividades seguem abaixo:
Anthenor Patiño (já falecido), filho de Simon Patiño, boliviano, naturalizado francês, que foi casado com a filha do Rei da Espanha, controla grande parte da produção mundial de estanho, é conhecido como o Rei do Estanho.

No Brasil, o Grupo Patiño, atualmente presidido por Jimy Patiño, possui cerca de cinquenta empresas, controladas pela holding “Brascan” (Bras-Canadian), segue a relação das mais conhecidas:
Brastemp
Brasmotor
Imobiliária Brascan
Sabrico
Cia Estanífera do Brasil S/A e outras

A “receita” do domínio mundial através do controle do sistema financeiro segue abaixo:
Quem controla as flutuações do mercado de derivativos controla o sistema financeiro internacional! A recente quebra do Banco Barings e os prejuízos de US$ 2 bilhões do Banco Toiobo, especulando com prata, ilustram a importância desse mercado. Para manter uma relativa liquidez, os bancos necessitam do mercado especulativo, até porque, o financiamento seguro da produção e do consumo, não absorve a massa de capital existente.

As potencialidades brasileiras na produção de metais vêm sendo controladas, de forma indireta, na exata conveniência do Barão de Rothschild e seus associados, através de lobes políticos, ONGS e movimentos ecológicos e políticos.

Comprando a Vale do Rio Doce, através de suas coligadas (Anglo American, RTZ Mineração e outras) o Barão de Rothschild tornará, ainda mais segura a manipulação das flutuações dos derivativos.
É imperativo, do ponto de vista estratégico, que o Brasil se autodetermine nessa questão. Infelizmente, a privatização da Vale do Rio do Doce, nos moldes em que está definida, cede esse poder depressionar o mercado financeiro internacional aos Rothschilds.

O poder de pressão do grupo inglês é enorme, tanto que o Presidente da República, logo que eleito e antes de tomar posse, entrevistou-se na Inglaterra com o Barão de Rothschild.

Em recente viagem à Europa, o Presidente recebeu, em demorada entrevista na embaixada brasileira em Londres, o Presidente da RTZ Mineração, Robert Wilson, para tratar de assunto referente à “privatização” da Vale do rio Doce.

É bom marcar, que a RTZ não está na relação das empresas que tiveram acesso aos dados “sigilosos” da Vale, apesar do Grupo Rothschild ter constituído uma “join venture” com o Bradesco para esse fim, fato que demonstra as manobras diversionistas, para ocultar o objetivo do capital internacional.

A gama de interesses envolvidos tende a transformar a privatização da Vale num jogo de cartas marcadas, prejudicando o país, estratégica e economicamente.

Após a divulgação da descoberta de novas jazidas, os atores do processo não se inibiram, simplesmente “deram” uma “participação” para o país nas reservas desconhecidas. Ora, isso não tem nenhuma importância, porque o principal objetivo deles é o controle do mercado de derivativos (bolsas de mercadorias e metais) por parte dos Rothschild.

Exemplificando: O Banco Central do Brasil mantém a cotação do dólar americano no nível que quiser, porque, por enquanto, tem reservas abundantes dessa moeda. Da mesma forma, o Brasil poderia obter vantagens comerciais importantes, reservando-se o poder sobre o mercado de derivativos, através da Vale do rio Doce.


Privatizada a Vale, através das regras atuais, continuaremos em “berço esplêndido”, de ouro, cobre, terras raras, nióbio e etc.

A Vale não pressiona o erário porque é lucrativa, logo, a pressa na sua privatização é suspeita. Necessário fosse privatizá-la, com a urgência pretendida pelos “atores” do suspeito processo, bastaria reserva-la a grupos nacionais e manter com a República o poder de veto, quanto à política internacional da empresa e transferências futuras de controle acionário.

Voltamos a insistir, o patrimônio líquido da empresa é de menor importância. O fundamental é a pressão dos mercados financeiros, que pode ser exercida através dela, aumentando o mercado de exportações de produtos brasileiros. Nessas condições, aliena-la aos Rothschilds e seus testas de ferro, ou a qualquer grupo internacional, como pretende o governo, é TRAIÇÃO À PÁTRIA.


O mais grave é que os integrantes do governo, que estão envolvidos no processo de privatização “a toque de caixa” da Vale do Rio Doce, sabem de todos os detalhes e estão “negociando”, conscientemente, o futuro do Brasil. A esperança é que, é sempre tempo de corrigir as más obras.


OBS.: A Vale do Rio Doce foi “privatizada” pelo Governo Fernando Henrique Cardoso, títere do Controlador. O Bradesco administra a empresa, na medida exata dos interesses dos Rothschild. O Poder Judiciário permitiu a traição aos interesses nacionais “engavetando” as diversas ações populares movidas contra a negociata.
O principal ministro de FHC, Pedro Malan, hoje é o presidente do Conselho de Administração do UNIBANCO, do qual participa Armínio Fraga, agente de Soros, que por muito tempo foi “consultor” secreto de Fernando Henrique e participou do seu governo.

Ressalte-se, que o UNIBANCO controla a CBMM (Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração) de Araxá MG, fornecedora de 95% (noventa e cinco por cento) do NIÓBIO consumido no mundo. Minério estratégico, que a empresa exporta para as suas filiais nos cinco continentes, por preço aviltado, prejudicando a economia brasileira em bilhões de dólares anualmente; privando o Brasil de um importante instrumento de negociação comercial. Com a vantagem estratégica proporcionada pelo NIÓBIO, poderíamos exportar bilhões de dólares a mais, agregando valor aos nossos produtos e aumentando quantitativa e qualitativamente a pauta de exportações.
Essa fraude na exportação é cometida com a conivência do Governo Federal e do Governo de Minas Gerais, Estado que possui 25% (vinte e cinco por cento) da CBMM.

O Brasil se autodeterminaria, instantaneamente, com a interrupção dessa fraude bilionária.

Conforme telegrama e resposta copiados em anexo, o Ministro da Defesa (vice-Presidente) desatendeu o Requerimento de instauração de inquérito policial-militar para que fosse investigada a conspiração do NIÓBIO, fato que atenta contra a Segurança Nacional.








São Paulo, 12 de outubro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
PRESIDENTE