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sábado, 28 de julho de 2012

O FIO DA MEADA IV. SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA


FIO DA MEADA IV
“SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA”


O município também é conhecido como "Cabeça do Cachorro", por seu território ter forma semelhante à da cabeça desse animal.

Conforme informações do Departamento Nacional da Produção Mineral “DNPM”, o NIÓBIO é produzido em Catalão - Goiás, por mineradora de propriedade da empresa “Anglo American” e, em maior volume, pela “CBMM - Companhia Brasileira Metalúrgica e Mineradora” em Araxá-MG. Essa empresa, apesar de constar como sendo do Grupo Moreira Salles (Unibanco), na realidade é controlada pela “Ocidental Petroleum”, através da “UNION OLEUM” e a Molycorp.


Com as reservas do CARBONATITO DOS SEIS LAGOS em São Gabriel da Cachoeira - Amazonas, não contabilizadas no “site” do “DNPM”, o Brasil detém 98% (noventa e oito por cento) das reservas mundiais do NIÓBIO, mineral altamente estratégico, imprescindível para a indústria aeroespacial, ótica, bélica, além de ser supercondutor de eletricidade. No próximo século, o Nióbio será fundamental na produção de energia limpa. A UNICAMP pesquisa a matéria.

Há denúncias, que países do primeiro mundo estariam formando estoques estratégicos de vários tipos de Nióbio, levado como lastro de navios, sem pagamento de divisas (fraude à exportação), através do Porto de Tubarão.

Além do desperdício da vantagem estratégica, porque só o Brasil possui o minério, em volume suficiente para garantia e garantir o abastecimento, há o prejuízo econômico elevado, em razão do alto preço alcançado pelos diversos tipos de NIÓBIO:

- FERRO NIÓBIO US$ 13.000 a TON.
- ÓXIDO DE NIÓBIO GRAU ÓTICO US$ 15.000 a TON.
- NIÓBIO METÁLICO US$ 42.000 a TON.

Obs: As cotações são aproximadas e constituem Fraude à Exportação, porque a mineradora exporta para suas filiais em cinco continentes por preços subfaturados, causando prejuízo de bilhões de dólares ao Brasil.


Contrariando a realidade acima indicada, que não é segredo, muito embora a informação seja sonegada por órgãos do próprio Governo (Secretaria de Comércio Exterior), o Jornal “Folha de São Paulo” “informou”, conforme noticiário abaixo compilado, que a CPRM venderia, por “concorrência”, a Mina de Nióbio do Parque Nacional do Pico da Neblina, por irrisórios R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais):







30/9/97 “Maior reserva do mundo tem preço baixo devido à superoferta e à localização de difícil acesso”.

“JAZIDA DE NIÓBIO SERÁ VENDIDA POR R$ 600.000,00 (SEISCENTOS MIL REAIS)”

A notícia é contraditória porque o Nióbio mundial está no Brasil, que “oficialmente” (DNPM) só produz US$ 13.000.000 (treze milhões de dólares) por ano, enquanto o consumo mundial é de aproximadamente 80.000 ton. anuais, portanto, não há pressão de oferta, mas de demanda, principalmente para a formação de estoques estratégicos.

A revista “Carta Capital” em edição do dia 19 de março de 1997, às fls. 71, informa, que o Patrimônio Mineral da Amazônia em NIÓBIO é US$ 1.067.519.000.000 UM TRILHÃO DE DÓLARES

FONTE: CPRM

Ora, por que o açodamento em vender um trilhão de dólares por R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais)?

O “Jornal do Brasil” do dia 02 de setembro de 1997, fls. 18, já havia noticiado a negociata, mas a matéria não atentou para o Golpe contra a soberania nacional.



Da “concorrência” participarão:
- CBMM
- MINARCO BRASIL
- SR PARTICIPAÇÕES
- RTZ - RIO TINTO ZINC
- GEOS
- CIA INDUSTRIAL FLUMINENSE









É estranho, que essa “concorrência” tenha sido publicada depois que circularam, em todo o país, denúncias de contrabando de NIÓBIO, em grande escala e de fraude às exportações do minério.

Se as mineradoras multinacionais ou seus “testas de ferro” se estabelecerem no Parque Nacional do Pico da Neblina, a soberania estará seriamente comprometida, de nada valendo o chamado “PROJETO CALHA NORTE”.




São Paulo, 02 de outubro de 1997.
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente

OBS.: Em razão da denúncia acima, o “leilão” da Reserva de NIÓBIO marcado para o dia 10 de outubro de 1997, foi suspenso no dia 08 de outubro.
Todavia, as Fraudes às exportações de minérios estratégicos continua impávida, com a proteção do Governo Federal.
Projeções modestas estimam, que o Brasil perde, diariamente, cerca de 500 milhões de dólares, em fraudes de exportações de diversos minérios. O PIB MINERAL brasileiro real seria próximo aos 30% (trinta por cento) do PIB total.

É por isso que a Nação Brasileira é mantida artificialmente na miséria!



São Paulo, 12 de outubro de 2005.
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente



ADENDO: Só as jazidas de Nióbio existentes no Brasil, lastreariam a nossa economia e nós teríamos não só, a moeda mais forte do mundo, como sairíamos desta miséria imposta por estes impostores e traidores da pátria, que em um passado recente, pegaram em armas para assaltar bancos e justificar a entrada de dinheiro estrangeiro durante a INTENTONA COMUNISTA de 60, explodiram bombas em embaixadas e aeroporto matando, mutilando e ferindo civis, para demonstrar a sua força contra os militares que tinham o dever de livrar o Brasil das mãos destes comunistas que estão no poder, graças a falta de cultura deste povo que foi aprisionado em GULAG´s mentais, por professores esquerdistas que logo após a queda da quadrilha, tratou de colocar em vigor o plano B, que era o da cartilha da esquerda escrita por Antonio Gramsci que dizia: "Não combata os tanques e nem atire nos soldados, corrompa as mentes".

O Brasil está deixando de ser um santuário e celeiro do mundo que está em crise, logo sofreremos uma intervenção estrangeira, caso continuemos a negociar o que é nosso por direito, com estes donos do mundo e os traidores da pátria, o inimigo não está além das nossas fronteiras, o inimigo está sentado no lugar mais importante do Brasil, atacando a nossa soberania por todos os flancos, enfraquecendo a nossa esperança e aniquilando a credibilidade de nossas instituições.

ACORDA BRASIL, VAMOS TIRAR ESTÁ CORDA DO PESCOÇO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS...

O FIO DA MEADA III “O CONTROLE ESTRANGEIRO DO ESPAÇO AÉREO NACIONAL”

O FIO DA MEADA III
“CONTROLE ESTRANGEIRO DO ESPAÇO AÉREO NACIONAL”



O FIO DA MEADA III
“O CONTROLE ESTRANGEIRO DO ESPAÇO AÉREO NACIONAL”

O projeto “SIVAM” será implantado pela empresa americana “RAYTHEON”, por imposição do Governo Americano, em detrimento da empresa francesa “Tompson”, que oferecia condições mais adequadas.
A “RAYTHEON” adquiriu a tecnologia do projeto, (que não possuía à época da concorrência), da empresa americana “E. SYSTEM”.

A empresa americana “E. SYSTEM” é controlada pela “CIA” e se fundiu com a “RAYTHEON” por determinação do Governo Americano. Consequentemente, a “RAYTHEON” continuará colaborando com a “CIA”. A violência e o ânimo da disputa (que teve lances roncabolescos, de parte a parte), pelo contrato de US$ 1,4 bilhão, estão em clara desproporção com a importância econômica do negócio.

O sistema implantado possibilitará ao governo americano monitorar a área coberta pelo “SIVAM”, controlando toda a movimentação em território brasileiro. A base militar americana no Suriname terá informações privilegiadas, a respeito da área, que está totalmente vulnerável, não pelos americanos que não têm objetivo hegemônico na região, mas apenas defensivo mas por ONG´s suspeitas, falsos missionários, contrabandistas e, pior, pela narcoguerrilha.

A Região Amazônica possui reservas minerais de “terras raras”, Nióbio e outros minérios estratégicos, inexistentes em outras partes do mundo, de sorte que, a segurança dos EUA e das Américas depende das informações que esse país possa exercer na região.

Esse delicado quadro de insegurança agrava-se, porque a CPRM pretende “privatizar” a maior mina de Nióbio do mundo, localizada no Parque Nacional do Pico da Neblina, a 70 km da fronteira com a
Venezuela. Vencida a concorrência, por grupos internacionais ou seus testas-de-ferro, os americanos teriam a alguma justificativa para intervir militarmente na Região , ao menor sinal de risco para a sua segurança nacional.

É imperioso o reforço das medidas defensivas da Amazônia, porque os países estrangeiros, certamente, encontrarão uma justificativa que satisfaça a opinião internacional, para intervir em nosso território, sejam as nações indígenas, seja a floresta, a água potável ou qualquer outro. Os “Sadans” e “Kadafis” que o digam.

São Paulo, 22 de setembro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
PRESIDENTE
Obs.: Atualmente, os riscos para a Soberania Nacional e para a segurança das Américas consistem na planejada criação de zona liberada da Narcoguerrilha na Amazônia Ocidental; plano urdido pelo governo do PT, em aliança com Hugo Chaves da Venezuela, coordenador militar do “Foro de São Paulo” (organização criada em 1990, em São Paulo, no Hotel Danúbio, pelo PT e outras 47 organizações narcoguerrilheiras latino-americanas).

Observe-se, que o terrorismo, as ideologias e as diferenças regionais, são instrumentos de dominação do controlador (CITY de Londres, Grupo Rothschild), concluindo-se, que o governo do PT e Hugo Chaves são AGENTES CONSCIENTES DO CONTROLADOR.

Na Guerra da Selva, o efetivo e os meios das tropas ofensoras precisam superar em 20 vezes, o efetivo das tropas detentoras do território alvo. Portanto, uma zona liberada na Amazônia Ocidental, ocupada por todas as organizações narcoterroristas latino-americanas, com o apoio dos Governos da Venezuela e do Brasil, seria praticamente invencível, impondo o terror do crime como regime de governo, na região.



ADENDO: Recentemente o Brasil viu-se metido em um problema um tanto quanto "inusitado" o avião espião que foi adquirido para vigiar as nossas fronteiras, ficou sem voar pelo simples fato de não ter combustível e graças a BUROCRACIA, que age em favor do estado corruPTo e ditador. O VANT nome dado para Veículo Aéreo Não Tripulado. Um pregão eletrônico aberto para escolher o fornecedor de 12 mil litros de gasolina de aviação, pelo prazo de um ano, foi cancelado por falta de candidatos. O objetivo da PF é usar a empresa que já abastece os aviões da corporação. O preço do combustível – de cerca de R$ 60 mil por trimestre, segundo estimativa de policiais – é irrisório quando comparado ao gasto previsto com essa tecnologia até 2015, de R$ 540 milhões.