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terça-feira, 28 de agosto de 2012

HOLODOMOR, O GENOCÍDIO DE UM POVO PELO GOVERNO COMUNISTA DA ANTIGA URSS

Holodomor


Propagandas promoviam o regime de Fazendas Coletivas
Na década de 30, Stálin instalou uma nova política em terrenos pertencentes a URSS, visando o aceleramento do desenvolvimento econômico e industrial soviético. Essa nova fase consistia em obrigar os camponeses, através do uso de violência e ameaças de deportação, à doarem suas terras para o governo, criando um sistema de Fazendas Coletivas. Além disso, o campesinato devia cumprir cotas de contribuição com o Estado, que consistiam em abastecer gratuitamente o governo com artigos pecuários e agrícolas, para então receberam comida. Esse regime ficou conhecido como Holodomor, ou Grande Fome.
Ao todo, 2,8 milhões de pessoas foram deportadas, principalmente para o Cazaquistão e Sibéria, com a desculpa de pertenceram a uma categoria de camponeses contrários ao poder soviético e de ofereceram resistência as requisições efetuadas pelos organismos estatais. O objetivo da URSS era diminuir as influências contrárias ao seu governo e povoar e explorar os recursos naturais de terras distantes, porém, muitas vítimas da deportação acabaram morrendo de fome e frio, abandonadas nessas áreas. Entre os anos de 1930 a 1933, foram desterrados cerca de 600 mil ucranianos. Cerca de 400 mil camponeses foram enviados para uma rede de trabalhos forçados, e houve inúmeras revoltas e manifestações, o que acarretou na sentença de pena capital para 30 mil pessoas.
Em 1931, o trabalho árduo e a dificuldade em cumprir as cotas absurdas, fazem com que a fome seja a causa da morte de milhares de pessoas que viviam nas colônias da União Soviética. A Ucrânia, assim como o Cáucaso do Norte e o território do rio Volga, ambas colônias da URSS, foram especialmente atingidos, por oferecer maior resistência à política de coletivização agrícola.
O plano para a coleta de 1932 visava obter 29,5 milhões, dos quais 7 milhões deveriam sair da Ucrânia. Isso gerou mais manifestações dos produtores, que tentavam esconder parte da produção para garantir a subsistência, além de motivar a fuga de muitos trabalhadores e ter causado a recusa de funcionários locais responsáveis pela coleta dos cereais produzidos, que sabiam que o confisco condenaria a população à fome. Visando o cumprimento da meta de coleta ucraniana, é instituída a lei sobre o “roubo e dilapidação da propriedade social”, que punia com 10 anos de trabalho forçado ou pena de morte. Mesmo com as novas medidas adotadas, em outubro de 1932, apenas 39% da meta havia sido cumprida.

Alguns ucranianos vencem as barreiras policiais, mas não resistem e acabam morrendo nas cidades
Cansado da não obtenção de resultados satisfatórios em terreno ucraniano, Stalin decidiu fazer uso da fome, de forma genocidária, para acabar com o que ele acreditava ser uma resistência nacionalista por parte dos ucranianos. Passa a ficar impedida a entrada de alimentos pela fronteira da Ucrânia, bem como a saída dos camponeses que procuravam comida na Rússia, e fica proibido o comércio de batatas e carne. Multas são dadas a várias aldeias, que são obrigadas à quitá-las com alimentos. Camponeses eram impedidos de sair do país, a venda de bilhetes ferroviários foi suspensa e comboios policiais monitoravam estações e estradas. Em dezembro de 1932, é criado o passaporte interno, medida que excluiu os camponeses, obrigando-os à ficarem presos à suas terras.
Para a URSS, o problema da Ucrânia não residia apenas no campo, era preciso também acabar com a elite política e cultural do país, que liderava as resistências e impulsionava o ideal de nacionalidade ucraniana, logo procedeu à eliminação das elites ucranianas, acusadas também de conivência com o campesinato.

Vítima do Holodomor
Esse processo dificultou a reconstituição da Ucrânia quando foi liberta do regime, visto que boa parte da população intelectual e politizada foi dizimada, sem contar os camponeses, o que agravou o ressurgimento da identidade nacional.
Durante a adoção do regime de produção agrícola coletiva na Ucrânia, a taxa de mortalidade da população alcançou o assombroso número de 367,7 por mil habitantes. Até hoje não se sabe exatamente o número de vítimas do Holodomor, mas acredita-se que seja algo em torno de cinco milhões de mortos, entre camponeses mortos pela fome, perseguidos políticos e vítimas de trabalho forçado.



Este documentário vem sendo escondido pelos governos onde este regime GENOCIDA vem sendo aplicado, inclusive no Brasil do PT, pois os planos deste atual governo são parecidos com os utilizados por stalin no século passado, apenas os métodos que mudaram e ganharam um certo ar de omissão do estado...Uma vez que o governo vem Assassinando diariamente mais de 170 brasileiros nas filas dos hospitais por dia, mais de 200 pais de família sucumbem em estradas esburacadas, outros 300 perecem nas ruas vítimas da violência e outros 180 pais de família tiram suas próprias vidas por não terem dignidade em viver e alimentar suas famílias. O pior de tudo isso, é que tem gente que nega o HOLODOMOR como negam o HOLOCAUSTO, claro que estes cretinos são defensores de regimes totalitários e corruPTos como o que temos no Brasil hoje. 
NÃO DEIXE DE ASSISTIR E COMPARTILHAR ESTE DOCUMENTÁRIO PARA QUE TODOS POSSAM VER, EM QUE MÃOS ESTAMOS.

BLACKWATERS no Brasil, denúncia do General Andrade Ney


Nem mesmo o governo fantoche do Afeganistão aceita mais conviver com a Blackwater – empresa de mercenários com sede em Moyock na Carolina do Norte, Estados Unidos. Hamid Karzai acaba de tomar a decisão de proibir a atuação da empresa em seu território No Brasil, o general-de-brigada da reserva, Durval Antunes de Andrade Nery, denunciou a presença da Blackwater em reservas na Amazônia e em plataformas de petróleo na costa do país.
O general, que é coordenador do Centro Brasileiro de Estudos Estratégicos da Escola Superior de Guerra, afirmou que “membros fortemente armados da Blackwater já atuam em reservas indígenas brasileiras contando com bases fluviais bem equipadas”.
Em matéria publicada pelo jornal carioca “O Dia”, o general Nery revelou a existência de agentes da Blackwater em 15 plataformas de petróleo administradas pela Halliburton na costa brasileira. “Faço um desafio: vamos pegar um barco e tentar subir numa plataforma. Garanto que vamos encontrar os homens da Halliburton armados até os dentes e que não vão deixar a gente subir”, advertiu o general.
O militar confirmou como é a relação da Halliburton com a Agência Nacional de Petróleo: “Esta empresa (Halliburton) está envolvida com o apoio logístico em todo o mundo no que diz respeito ao petróleo, principalmente no Iraque. A Halliburton é uma empresa que hoje, no Brasil, mantém um de seus (ex) diretores como diretor da ANP (Nelson Narciso Filho). Esse homem tem acesso a dados secretos das jazidas de petróleo no Brasil”. A Blackwater recentemente criou uma nova empresa, a Xe Services and US Training Center. Ela mudou de nome para continuar fazendo todo o serviço “sujo” que os militares não podem fazer. Um exemplo de sua ação no Iraque foi a preparação de atentados para provocar a violência entre xiitas e sunitas.
A Halliburton teve como presidente Dick Cheney, ex-vice de George Bush, e se tornou notória pela rapinagem que promove no Iraque e pelos escândalos com dinheiro público nos EUA.

Sobre a Amazônia, Nery reproduziu ao jornal o relato feito por um militar da ativa na região: “Um coronel que comandava batalhão na região da (reserva indígena) Yanomami contou que estava fazendo patrulha, em um barco inflável com quatro homens, em um igarapé, quando avistou um sujeito armado com fuzil. Um tenente disse: ‘Tem mais um cara ali’. Eram cinco homens armados. O tenente advertiu: ‘coronel, é uma emboscada. Vamos retrair.’ Retraíram.
Nery perguntou ao coronel o que ele tinha feito: “Ele disse: ‘general, tive que ir ao distrito, pedir à juíza autorização para ir lá.’ Falei: ‘Meu caro, você, comandante de um batalhão no meio da Amazônia, perto da fronteira, responsável por nossa segurança, só pode entrar na área se a juíza autorizar? Ele respondeu: ‘É. Foi isso que o governo passado (Fernando Henrique) deixou para nós. Não podemos fazer nada em área indígena sem autorização da Justiça”.

“O coronel contou que pegou a autorização e voltou. Levou três horas para chegar ao igarapé, onde não tinha mais ninguém. Continuou em direção à fronteira. De repente, encontrou ancoradouro, com um cara loiro, de olhos azuis, fuzil nas costas, o esperando. Olhou para o lado: 10 lanchas e quatro aviões-anfíbio, no meio na selva. ‘Na sua área?’, perguntei. ‘É’, respondeu. Ele contou que abordou o homem: ‘Quem é você?”. Como resposta ouviu: ‘Sou oficial das forças especiais dos Estados Unidos da América do Norte’”.
Fonte: Jornal do Povo.

Por: Bruno Toscano

O FIO DA MEADA X “CABEÇA DO CACHORRO” - A FALSA RESERVA INDÍGENA

O FIO DA MEADA X
“CABEÇA DO CACHORRO” - A FALSA RESERVA INDÍGENA

O FIO DA MEADA X
“CABEÇA DO CACHORRO” - A FALSA RESERVA INDÍGENA

“Índios terão reserva do tamanho de Cuba”.

A reserva foi demarcada com a ajuda do G7, o grupo dos sete países mais ricos, eles DOARAM dinheiro para isto. A nova área, com 10,6 milhões de hectares, foi homologada pelo presidente Fernando Henrique na semana passada.
(Folha de São Paulo 25/4/98 - Abnor Gondin - Brasília)

“Quarta 27 - O presidente FHC recebe em Brasília o Secretário de Defesa dos estados Unidos, William Cohen. Ele também vai conversar com autoridades militares sobre a criação de um MINISTÉRIO DE DEFESA NO BRASIL”
(Revista “ÉPOCA” nº 1 - 25/5/98)


O poder colonial, que retalhou a África, desprezando etnias, que derrubou o muro de Berlim, sem disparar um tiro e pulverizou a URSS, pretende desagregar o território Brasileiro, para dominar e explorar as reservas de minérios estratégicos, localizadas na Amazônia (Nióbio, Terras Raras e etc). A Região acima do Rio Solimões corre risco real. Ignorar o problema é agravá-lo!!!


Já foram feitos os primeiros movimentos que indicam o objetivo do inimigo, com a criação da chamada Reserva Ianomami, que a pirataria internacional chama de “Nação Indígena”. Em continuidade, cumprindo missão determinada pelo inimigo externo, segundo o noticiário copiado acima, o Governo cedeu mais uma base de operações para os “guerreiros verdes”, que estão posicionados em nossas fronteiras. É de se notar que a região conhecida por “Cabeça do Cachorro” é riquíssima em minérios estratégicos.



O mapa, reproduzido em anexo, demonstra que o objetivo do Controlador Externo, a partir de Londres é apoderar-se da região Fronteiriça à Venezuela, se possível do Rio Solimões para cima. A “pinça está completa”, de um lado a “Cabeça do Cachorro”, do outro a “Reserva Ianomami”, no meio o território da Venezuela, que lhes dá livre trânsito. Em razão disso, o G7, gentilmente, gastou US$ 600.000,00 (seiscentos mil dólares) para financiar a “demarcação” da falsa reserva indígena, que segundo eles, abrigará 30.000 índios. 

A população indígena verdadeira, com certeza, é bem inferior ao divulgado, como no caso dos Ianomamis, que são poucos indivíduos e de etnias diferentes. Nem o Brasil precisa de US$ 600.000,00 do G7 e nem os poucos índios que, porventura, estejam na região, precisam de tanto território! 


O objetivo do inimigo está claro: criar falsas nações indígenas, que justifiquem sua intervenção militar na Amazônia. Esse objetivo tornou-se prioritário porque os países do G-7, que se beneficiavam, há anos, com o contrabando de minérios, a partir de Araxá e Catalão, teve os seus objetivos fragilizados por denúncias e precisa posicionar-se na região Amazônica, para garantir o abastecimento e a formação de reservas estratégicas de minérios, que não possuem em seus respectivos territórios. 

Além disso, na conservação desses perversos objetivos, cumpre manter a Nação brasileira na miséria do subdesenvolvimento. Infelizmente, riquezas minerais, pobreza e violência são companheiros constantes. O Continente Africano é exemplo disso.

A cronologia dos fatos, abaixo elencados, demonstra o risco real de perda de parte do território nacional, conquistado, a duras penas, pelos Bandeirantes, ao “Tratado de Tordesilhas”:

a) Denúncia de contrabando de Nióbio (Araxá e Catalão) - Ocidental Petroleum e Anglo American (Rothschild);
b) Tentativa de leilão de privatização da mina de Nióbio do Pico da Neblina, a 70 km da Venezuela, cancelada por denúncias;
c) Fogo em Roraima, que ensejou tentativa de intervenção na região, rechaçada pelo Exército Brasileiro, que recebeu duras críticas da mídia, claramente comprometida com os inimigos do Brasil;
d) Ameaça de intervenção militar americana na Amazônia, feita pelo general americano Patrick Hughes, em discurso proferido no MIT, dia 9/4/98, o qual elencou como “motivos”, eventuais danos à ecologia da Amazônia e carência de matérias-primas;
e) Homologação da falsa Reserva Indígena da Região da Cabeça do Cachorro pela Presidência da República;
f) Willian Cohen, Secretário da Defesa do governo americano, visita o Presidente da República dia 27/5/98 e conversa com autoridades militares sobre a criação do Ministério da Defesa.

Assim como o gado no pasto não sabe que tem dono, os brasileiros acreditam, que o mundo não é de ninguém, e que a selva é barreira suficiente para impedir a ocupação da Amazônia. Ora, se a URSS se esfacelou, apesar de seu poderio atômico, no momento, nada impede que o mesmo ocorra com o Brasil. O processo está em implantação. O inimigo externo, apoiado por agentes internos, está apenas criando condições que justifiquem, perante a opinião pública internacional, sua intervenção militar na Amazônia. Enquanto apoia ONGs, supostamente ecológicas, e tenta fragilizar nossas Forças Armadas com a criação do chamado “Ministério da Defesa” e com restrições orçamentárias , segue cabalando o apoio de governantes, que não têm compromisso com a nacionalidade e, menos ainda, com o patriotismo.


Diariamente, nosso território é invadido por aviões cargueiros do inimigo, que se abastecem de nióbio e outros minérios, ignorando nossa Soberania. Potências estrangeiras precisam controlar as reservas de minérios estratégicos da Amazônia (Nióbio - Terras Raras). É uma questão de segurança interna para eles, porque sua indústria aeroespacial depende desses minérios, que só o Brasil possui. Portanto, somente a imediata ocupação da região por nossas Forças Armadas poderá abortar a invasão estrangeira e a perda da Soberania.


A falsa Reserva Indígena da Cabeça do Cachorro fragiliza a defesa da região, fornecendo ao inimigo mais uma possibilidade de desculpa para invadir a Amazônia. Como a conjuntura do momento impossibilita a rápida militarização da Região em níveis adequados, é imperioso que se impeça, imediatamente, a criação dessa falsa Reserva.

O inimigo esperava agir nas sombras para criar uma situação irreversível. Desmascarado, age com açodamento, porque o tempo para concretizar seus objetivos hegemônicos está exaurindo-se rapidamente.
De nosso lado, o tempo para estabelecermos uma defesa adequada da Amazônia também é exíguo, impondo-se a tomada de medidas enérgicas e imediatas, porque a inércia acarretará a perda do território.
“O Brasil espera que cada um cumpra o seu dever!”


São Paulo, 26 de maio de 1998
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente


OBS.: O processo para a fragmentação do território brasileiro continua em andamento, com a colaboração dos Governos da “Nova República”. O governo do PT, meses antes de ser desmascarado por escândalos de corrupção, inclusive por mineradoras e países estrangeiros, demarcou a Reserva “Indígena” Raposa Serra do Sol em Roraima, atendendo determinações do Controlador da City de Londres.







São Paulo, 12 de setembro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente

O FIO DA MEADA IX “ACRE - OBJETIVO INTERNACIONAL


O FIO DA MEADA IX
“ACRE OBJETIVO INTERNACIONAL”


“Para ter êxito, qualquer iniciativa militar exige não só a capacidade de vencer, mas a legitimidade política. E isso requer aliados.”
(Willian Perry, Sec. Defesa EUA 1994 a 1997) (O ESP 06/08/97).

“Convidada pelo presidente americano Bill Clinton para uma recepção no Itamaratí a Senadora Marina Silva recebeu atenção especial do visitante. Mesmo sem poder comer (alergia), ofereceu ao presidente americano o mais detalhado relato sobre os programas de desenvolvimento auto-sustentado na Floresta Amazônica.”
(OESP 10/12/97).

A afirmação do Secretário da Defesa dos Estados Unidos, hoje professor na Universidade Stanford, explica o prestígio e a atenção internacional da Senadora Marina Silva (PT-Acre), totalmente desproporcionais ao espaço político que ela ocupa no Brasil.
Foi apresentada na última conferência de Davos na Suíça (reúne o poder mundial) como um dos grandes líderes mundiais nos próximos dez anos. Certamente não será com o colégio eleitoral do Acre, que assumirá essa liderança!

O imotivado prestígio internacional da Senadora do Acre, assim como o do falecido Chico Mendes, tem como fonte o interesse dos EUA e da City de Londres na Amazônia. É a busca de aliados e legitimidade política para uma eventual intervenção militar na Região. Apoiar minorias, supostamente injustiçadas, e explorar diferenças regionais é um meio de se obter “legitimidade política” e apoio da opinião pública mundial. Dividir para dominar já era instrumento dos antigos romanos para dominar os povos.

De fato, esse país já concentra tropas nas fronteiras amazônicas do Brasil, a pretexto de combater o narcotráfico. Além disso, os EUA e vários países Europeus apoiam política e economicamente ONGS que, supostamente, defendem a ecologia, seringueiros e “nações indígenas”, para tentar neutralizar qualquer iniciativa desenvolvimentista na região. A cotação dos minérios na bolsa de London é controlada através da criação e ampliação de falsas reservas indígenas e parques “ecológicos”.

Outro exemplo dessa “política” subversiva do capital internacional é o ocorrido com o governador do Acre . Há cerca de dois anos, Orleir Carmeli, teve apreendido um avião Boeing de sua propriedade, supostamente, carregado com contrabando. Foi perseguido pela Receita Federal e pela Procuradoria Geral da República, que ameaçava processa-lo, falou-se até em “impeachment”. Tudo isso, porque pretendia construir uma rodovia para o Pacífico através do Peru, com financiamento Peruano, que a imprensa acusou ser do narcotráfico.

A pressão foi tão grande, que o projeto da estrada para o Pacífico foi abandonado, e o Governador voltou a ter paz e ganhou projeção política, a ponto de filiar-se no PFL com festas. Recentemente, envolveu-se na questão da compra de votos para a reeleição de Fernando Henrique, mas o escândalo foi abafado.
Tudo isso tem a mesma explicação. O capital internacional, representado, militarmente na região, pelos EUA, não quer que a Amazônia se desenvolva, porque conta com seus recursos, planejando, inclusive, uma intervenção militar, se os seus objetivos forem contrariados. Financistas internacionais ingleses e americanos pretendem controlar os recursos minerais da Amazônia, por isso convulsionam o Brasil, apoiando a guerrilha do MST, a criação de “Nações indígenas” e a ação de ONGS.

É a reedição mais perversa do “Tratado de Tordesilhas”!


Intervir em região inóspita, com baixa densidade populacional, é mais fácil, por isso os piratas internacionais precisam evitar, a todo custo, que a Região Amazônica se desenvolva. Para colaborar, ainda mais, com o projeto de internacionalização da Amazônia, o governo FHC sepultou a colonização, ao separar o INCRA do Ministério da Agricultura. Antes, o nome do ministério era: MINISTÉRIO DA AGRICULTURA DA COLONIZAÇÃO E DA REFORMA AGRÁRIA, agora o governo eliminou a colonização de seus objetivos.


Outra trama, que conta com a colaboração do governo, é a proposta de financiamento internacional da “preservação ambiental“ da Amazônia. Os países que “colaborarem” com esse “Cavalo de Tróia”, certamente terão o direito de opinar sobre o destino da região, comprometendo sua soberania. Os EUA não assinaram o protocolo de Kyoto em defesa de sua soberania. Esse é o exemplo a ser seguido.

Um corredor de exportação brasileiro, através do Peru, desenvolveria toda a Região Amazônica, além de baratear, para o mercado asiático, a soja brasileira produzida em Mato Grosso e Rondônia, que hoje viaja 4.000 km pela Amazônia para chegar ao Atlântico, quando poderia viajar 9.000 km diretamente para a Ásia, acabando com a “soja turismo” na nossa pauta de exportações.

O fato gerador do progresso é o lucro, cuja expectativa colonizou o Oeste Americano e, até o Alasca. A única forma de se impedir a intervenção militar americana na Amazônia, a serviço da pirataria internacional, é através do seu povoamento e conseqüente desenvolvimento econômico. A forma mais rápida para concretizar esse objetivo é a instalação do corredor de exportação pelo Peru, com o apoio do Japão, que não se negaria a financiar estradas ou ferrovias para esse fim.

A complacência do Governo FHC com o capital internacional compromete o futuro e a integridade territorial do Brasil, colocando em risco a segurança nacional!

São Paulo, 29 de dezembro de 1997
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente
 

OBS.: Após os atentados terroristas aos Estados Unidos, em 11 de Setembro de 2001, ficou evidente, que a guerra ao terrorismo requer alianças soberanas e que a segurança das Américas está em perigo, realidade, que impõe a união de esforços entre os dois grandes países americanos, contra o inimigo comum.

São Paulo, 12 de outubro de 2005
GRUPO DAS BANDEIRAS
ANTÔNIO JOSÉ RIBAS PAIVA
Presidente